quarta-feira, 25 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Giantess - Thanks my Goddess
Esta não é uma foto especificamente de "Giantess", mas o seu sentido real é relacionado ao nosso fetiche. Recebi de minha Deusa, como forma de demonstrar o que eu represento para ela... nada além de um minúsculo verme rastejante que poderia ser esmagado fácilmente com um simples movimento de seus pés.
Um pequeno escravo como eu, não poderia ser representado de forma mais perfeita por minha Deusa.
domingo, 15 de novembro de 2009
sábado, 14 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Giantess - Beetlejuice
http://www.youtube.com/watch?v=wsiWxewyYyk&feature=related
Giantess - Alice no País das Maravilhas
terça-feira, 3 de novembro de 2009
sábado, 17 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Giantess - Julia Fullerton-Batten
Para ver mais fotos, acesse: http://juliafullerton-batten.com/ e clique em PROJECTS / TEENAGE STORIES
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Giantess em outdoors
Concordo que a cidade de São Paulo está mais limpa com a retirada dos outdoors... mas as vezes sinto falta de algumas publicidades que me faziam sentir em uma verdadeira terra de Gigantas.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Terra de Gigantes - Deanna Lund
Gigantas na Internet
Pesquisando pela internet eu encontrei este site de fotomontagens com várias imagens muito bem trabalhadas. Apesar de não ser um site relacionado apenas ao fetiche de "Giantess", seus trabalhos são muito bons e valem a visita.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Giantess - Revista VIP
domingo, 2 de agosto de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
terça-feira, 7 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
Conto de Giantess - Vida Nova
VIDA NOVA
Adilson, que hoje tem 34 anos, tinha 32 anos, 1,75m de altura e 80 quilos, quando passou por uma grande mudança, em nome da ciência e do conhecimento.
Ele trabalhava no Instituto de Pesquisas Espaciais e era responsável pelo desenvolvimento de peças para satélites, mapeamento astronômico e vigilância por telescópios.
Um dia caiu um meteorito na zona rural de uma pequena cidade do interior de São Paulo que, apesar de ter sido quase todo consumido pela atmosfera e pelo impacto, ainda sobrou um pequeno pedaço de aproximadamente 30 centímetros de diâmetro, que foi enviado ao Instituto para análises.
O material foi examinado e permaneceu vários dias no Instituto sem que ninguém desse muita importância além da curiosidade de ter em depósito um objeto vindo de fora da Terra.
O pequeno pedaço de rocha era composto basicamente de elementos comuns já conhecidos, basicamente de silício, chumbo, carbono e metais e foi dividido em outros pequenos pedaços para serem analisados, alguns deles aquecidos, derretidos ou convertidos em pó.
Logicamente o material ficou sob a responsabilidade de Adilson e, quando todos já tinham perdido o interesse, ele, manuseando um dos pedaços de cerca de 5 centímetros de diâmetro deixou que escorregasse de suas mãos e caísse no chão.
O pedaço estranhamente se partiu e de dentro dele escorreu um líquido vermelho e viscoso como óleo e brilhante, que imediatamente assustou Adilson, pois imaginou que poderia ser um elemento radioativo. Adilson tomou todas as precauções e recolheu o material dando início à uma análise sistemática do líquido.
Depois de alguns dias, sem conseguir decifrar do que era composto o líquido, misturou um pouco dele em água e aplicou em um rato, colocado dentro de um compartimento de vidro, para analisar se o bichinho viria a apresentar intoxicação, envenenamento ou se era afetado por alguma espécie de radiação que pudesse originar do líquido.
No princípio, nada aconteceu e Adilson deixou a cobaia reagindo e foi almoçar. Na volta tomou um susto, da porta não viu o rato dentro do vidro e rapidamente aproximou-se para inspecionar. Foi aí que tomou um susto maior, quando viu não o rato que deixou, mas outro, bem menor, com apenas uns dois centímetros de comprimento.
Não podia acreditar, haviam lhe pregado uma peça. Só podia ser. Não contou nada a ninguém e repetiu a experiência em casa com outro rato. Aconteceu a mesma coisa.
Adilson ficou atônito quando se viu diante de um elemento encolhedor. Nos dias seguintes estudou e experimentou o líquido em outros animais, descobrindo a proporção do encolhimento em cada animal e o quanto poderiam encolher de acordo com a aplicação do material.
Quando veio a concluir suas pesquisas se viu com um sentimento irresistível de contar a sua descoberta. Porém, devido a importância dos efeitos não poderia contar a qualquer pessoa, teria que ter bastante confiança em quem pudesse tomar conhecimento da descoberta.
Adilson tinha dois cooperadores que o auxiliavam. Dois estudantes, Gustavo de 23 anos e Tatiane de 20 anos. Estes dois jovens são bons estudantes e pessoas de muito bom humor, estavam namorando já há uns seis meses e formam um casal muito bonito.
Adilson chamou os dois e revelou-lhes sua descoberta. No início duvidaram, mas depois de algumas horas de experimentos Adilson comprovou o que havia descoberto.
Gustavo disse: Nossa, esta descoberta é incrível, imagina o que se pode fazer com isso.
Tatiane disse: Sim, mas também é muito perigoso, acho até que seria bom que o mundo não ficasse sabendo disto.
Adilson disse: Mesmo que saibam, só existe ainda um pouco do líquido e, por mais que tentasse não conseguir descobrir como é composto e pelo que analisei, está se evaporando lentamente e logo não vai haver mais nenhum resquício dele. A não ser uma pequena quantidade para ser congelada em nitrogênio líquido para ser utilizada em mais três ou quatro animais de médio porte.
Os três ficaram conversando ainda algum tempo e discutindo e brincando com as possibilidades do elemento encolhedor, mas trataram por enquanto um sigilo absoluto sobre tudo e se despediram.
Adilson já a alguns dias estava pensando em utilizar o elemento em uma pessoa, pensamento que foi ganhando força até ser irresistível, mas não teria coragem de utilizar o produto contra a vontade de ninguém e como nem Gustavo e nem Tatiane jamais admitiriam ser cobaias de tal experiência, Adilson decidiu que, pelo bem da ciência, se alguém teria que ser cobaia, este alguém teria que ser ele mesmo.
No dia seguinte procurou Gustavo e Tatiane e, meio receoso e até um pouco envergonhado, anunciou que pretendia aplicar o composto nele mesmo.
Gustavo disse: Mas não é loucura? Pelo que vi o Senhor ainda não desenvolveu um antídoto para isto e nem sabe se é reversível.
Adilson disse: Sim, não há antídoto, mas eu posso pesquisar se existe a possibilidade de um antídoto depois que encolher, com a ajuda de vocês, pois vão ter que cuidar de mim quando eu estiver pequeno. É melhor assim porque, se eu estiver pequeno, não vou precisar me preocupar com mais nada e nem fazer nada, podendo dedicar todo o tempo para encontrar o antídoto e, se não conseguir encontrar um modo de reverter os efeitos pelo menos poderemos estudar o modo de vida de uma pessoa encolhida. Eu sou um cientista e preciso ver como é este outro mundo.
Tatiane disse: Mas senhor, o senhor não tem ninguém? Não quer ter uma vida normal, e com uma mulher?
Adilson disse: Eu sou sozinho, só tenho parentes distantes e, sobre mulher, tem um pouco de material que vai sobrar e tenho certeza que poderemos encontrar uma que queira encolher e viver comigo, vai ser até divertido. Mas também acho que posso encontrar o antídoto e tendo mais tempo estando pequeno vai ser melhor para a ciência.
Tatiane disse: Ok. Eu nunca teria coragem de fazer isto mas tudo bem, se o Senhor quer. E quanto pequeno o senhor pretende ficar?
Adilson disse: Eu calculei uma porção suficiente para me deixar com tamanho entre 10 e 15 centímetros de altura.
Gustavo disse: Puxa! nem acredito.
Adilson preparou então o composto e com uma seringa aplicou em si mesmo.
Adilson disse: o efeito começa dentro de 15 minutos e leva cerca de 20 para ser concluído. Eu vou entrar ali na outra sala, mas não quero ser visto encolhendo, como vocês viram, os animais dos experimentos sofrem um pouco durante o processo. Então vou trancar a porta por dentro e colocar a chave no chão. Quando o processo terminar empurro a chave por debaixo da porta, corro até o centro e aí vocês abrem. Ok?
Tatiane disse: Ok senhor, boa sorte.
Gustavo disse: vai lá, estaremos esperando, boa sorte.
Adilson entrou na outra sala e Gustavo e Tatiane ficaram esperando e conversando, às vezes ouviam alguns gemidos de Adilson.
Depois de transcorrido o tempo necessário, cerca de 35 minutos, Gustavo e Tatiane, que estavam esperando ansiosos viram a chave ser empurrada por debaixo da porta.
O coração do casal disparou, na certa não mais do que o de Adilson.
Tatiane disse: Vai Gustavo abre!
Gustavo abaixou-se pegou a chave e colocou no trinco dizendo: Vamos ver.
Gustavo abriu a porta devagar e entrou na sala com Tatiane atrás dele.
Não pode conter o espanto quando viu no meio da sala uma criaturinha pulando, gritando e agitando os braçinhos. Estava peladinho e as roupas todas em cima de uma cadeira, onde Adilson as tinha deixado quando começou a encolher.
Gustavo lentamente se abaixou, colocando um joelho no chão, o que fez com que Tatiane, que estava logo atrás, pudesse ver o Adilson no chão, tendo o mesmo espanto que Gustavo.
Tatiane disse: Ai, não acredito, olha Gustavo, olha!
Gustavo disse: Deu certo, não acredito.
Adilson gritava: deu certo, deu certo, eu encolhi, encolhi. Incrível. Ta tudo grande, tudo grande, nossa.
Gustavo lentamente foi direcionando a mão para o Adilson que ficou assustado e deu uns dois passinhos para trás. Gustavo colocou os dedos atrás dele e fechou a mão lentamente e, sem apertar o pegou, levantando-o lentamente.
Tatiane atrás dizia: Cuidado Gustavo, cuidado com ele meu amor.
Gustavo saiu da sala levando o Adilson na mão e na outra sala colocou-o na mesa de pezinho. O casal arcou-se junto à mesa e ficou olhando o Adilson que estava totalmente sem jeito. Adilson estava com muita vergonha, não sabia se por estar pequenininho, ou por estar peladinho diante dos olhos examinadores dos jovens.
Tatiane, depois de tocar no Adilson com o dedo indicador algumas vezes, pegou ele na mão e ficou virando-o de costas e de frente, de cabeça pra baixo, vendo os braçinhos, as perninhas, os olhinhos tão pequenininhos, a boquinha, o narizinho, com uma expressão de muito contentamento dizendo: Ai que pequenininho que ele ficou. Olha que coisinha Gustavo. Como é que pode né?
Tatiane pegou uma régua e colocou o Adilson de pezinho na mesa segurando ele com os dedos para medir.
Colocou a régua certinho e foi ajeitando o Adilson que esperneou um pouquinho.
Tatiante disse: Shhhh, quietinho pequenininho, quietinho. Isso, vamos ver...12 centímetros. Nossa Gustavo, olha, 12 centímetros .
Depois de algum tempo examinando e conversando, ficou tarde e precisavam ir embora.
Tatiane disse: Temos que ir. Vamos deixar ele aqui?
Gustavo disse: Não, de jeito nenhum, temos que levar ele pra casa, não é Adilsinho?
Adilson gritou: Com certeza! Não quero ficar aqui não!
Tatiane e Gustavo riram e Tatiane pegou o Adilsinho na mão.
Gustavo disse: Vamos então.
No corredor Gustavo disse: Coloca ele dentro da bolsa pra ninguém ver Tati.
Tatiane guardou o Adilsinho na bolsa. Ele não gostou muito, mas começou a ver que já não era mais tratado como antes.
No carro, Tatiane logo tirou o pequenino e ficou olhando ele na mão.
Tatiane disse: Olha Gustavo, imagina que eu estou pegando uma pessoa na minha mão? Que bonitinho que ele ficou né? Adilsinho você ficou tão engraçadinho assim. Eu gostei. Ficou muito bonitinho.
Adilsinho já começou a notar que era tratado como uma criançinha, um bebezinho.
O casal foi direto para o apartamento do Gustavo, onde a Tatiane também iria passar o fim de semana, pois a família dos dois moravam em pequenas cidades do interior e eles moravam e estudavam na capital. Tatiane morava com algumas amigas, mas o namoro com o Gustavo já era bem íntimo e eles sempre dormiam juntos.
Na chegada, Tatiane guardou o Adilsinho de novo e subiram para o apartamento do Gustavo.
Já no apartamento Tatiane colocou o Adilsinho na mesinha de centro e o casal se sentou no chão.
Ficaram bastante tempo conversando sobre a experiência, sobre o que iriam fazer e analisar na semana seguinte. De vez em quando, Gustavo ou Tatiane cutucavam de leve o Adilsinho na mesinha ou pegavam ele na mão fazendo carinho nele e passando o dedo na sua cabecinha e depois o colocavam na mesinha de novo. Fizeram isso muitas vezes. Também colocavam no chão para vê-lo andar um pouquinho olhando de cima sorrindo. Algumas vezes também colocavam a mão no chão com a palma virada para cima e diziam: vem aqui, vem. Isso, vem, e ele subia na mão deles.
Tatiane foi até a cozinha preparar alguma coisa para eles comerem enquanto Gustavo levou o Adilsinho para o sofá para assistirem televisão. Adilsinho ficava no sofá ou no colo do Gustavo, sempre admirando o mundo gigante.
Lá da cozinha Tatiane gritou: Amor! Põe ele no chão e manda ele vir aqui!
Gustavo colocou o Adilsinho no chão e disse: Vai, vai, pode ir.
Gustavo ficou olhando rindo enquanto o pequenino atravessava a sala, peladinho em direção a cozinha.
Antes de cruzar a sala Tatiane apareceu na porta da sala, viu o pequenino, sorriu, abaixou-se e ficou esperando dizendo: vem, vem, vem.
Quando o pequeno chegou perto da Tatiane, ela pegou-o na mão e o levou até a cozinha colocando-o em cima da mesa.
Depois de preparado o jantar Tatiane colocou a comida na mesa e chamou o Gustavo dizendo: ta pronto Gustavo, senta.
Tatiane se sentou também e olhando para o Adilsinho disse: Ta com fominha baixinho? Eu vou tratando de você, vem aqui.
Tatiane chamou o pequenino batendo o dedo perto do prato, indicando onde ele deveria ficar.
Enquanto o casal jantava, Tatiane pegava um pedacinho de mistura de seu prato, bem pequenininho e dava para o Adilsinho. Quando ele comia o casal sorria e adorava.
Tatiane também dava um pouquinho de água com muito cuidado virando o copo para que o pequenino pudesse beber usando as mãos.
Depois do jantar o casal foi para a sala. Tatiane pegou o Adilsinho e quando se sentaram no sofá Tatiane colocou ele no chão e disse: vou colocar ele no chão para ele andar por aí um pouquinho. Vai pequenininho.
Enquanto o casal via televisão e conversava, Adilsinho explorava a sala, agora gigantesca.
Adilsinho percebia que, de vez em quando, Tatiane e Gustavo o olhavam lá de cima do sofá, vigiando o que ele fazia e sorrindo para ele.
Gustavo disse: Onde ele vai dormir Tati?
Tatiane disse: Dorme no nosso quarto meu amor. Não tem problema, ele ta pequenininho mesmo, não faz mal. Colocamos uma caixinha ou um paninho em cima do criado mudo ou da penteadeira.
Depois de mais ou menos uma hora e meia o casal decidiu ir dormir. Gustavo pegou o pequenino e foram os três para o quarto.
No quarto, Tatiane começou a preparar a cama enquanto Gustavo segurava o Adilsinho.
Tatiane tirou a roupa ficando só de lingerie como se estivesse sozinha com o Gustavo.
Gustavo colocou o Adilsinho no criado mudo e também tirou a roupa para dormir. Era uma noite bem quente, nem precisava de coberta.
Gustavo e Tatiane começaram a conversar. Primeiro sobre a experiência, depois conversaram sobre outros assuntos como se o Adilsinho não estivesse lá.
Tatiane começou então a provocar o Gustavo, beijando, abraçando, dando início ao ato sexual.
Gustavo disse: Mas e o pequenino? Vamos guardar ele na gaveta?
Tatiane disse: Não. Não precisa. Ele tá pequenininho mesmo, tadinho.
Do criado mudo, ao lado da cama, Adilsinho presenciou o casal gigante fazendo amor em várias posições e se sentiu a criaturinha mais insignificante do mundo, principalmente quando viu Tatiane fazendo sexo oral em Gustavo.
Quando terminaram, o casal se deitou abraçado e Gustavo viu o pequenininho envergonhado e excitado em cima do criado mudo e disse sorrindo: O baixinho, você quer também? Ela é muito grande para você.
Tatiane disse: Gustavo, dá ele aqui pra mim.
Gustavo pegou o pequenino e deu para Tatiane que o olhou e disse: que bonitinho, ta com o pintinho durinho.
Tatiane colocou o pequeninho ao lado do pênis do Gustavo para comparar e ficou segurando ele com dois dedos. O pênis do Gustavo tem 19 centímetros e é 7 centímetros maior que o Adilsinho.
Tatiane disse: olha amor, ele é bem menor que o seu pau.
Adilsinho se sentiu tão humilhado, como nunca em sua vida.
Tatiane colocou-o em seu peito e depois o deitou em seu ventre fazendo carinho e chamando de “meu homenzinho”, enquanto Gustavo sorria da situação do pequeninho.
Tatiane disse: deixa eu por ele pra dormir.
Tatiane preparou uns paninhos encima do criado mudo e colocou o pequenino deitadinho.
Gustavo apagou a luz e os três foram dormir. Adilsinho, antes de dormir refletiu sobre tudo o que havia ocorrido e sobre o mundo gigante em que viveria.
Tatiane e Gustavo até hoje cuidam do Adilsinho. Ele ainda não conseguiu encontrar o antídoto. O casal gostou tanto dele pequeno que sempre perguntam se caso ele encontrar o antídoto, se ele não quer continuar pequeno, pois eles querem cuidar dele para sempre e que assim não precisaria se preocupar muito em encontrar este antídoto.
Adilsinho chegou a conclusão que encontrar o antídoto é quase impossível, mas ainda o busca para preencher o seu tempo.
Adilsinho já se acostumou durante estes dois anos a ser pequeno, a ser pego na mão, ser tratado como criança, inclusive na forma como o casal fala com ele, como quem fala com um bebezinho.
Apesar de não ter a liberdade de poder ir onde quiser, de poder fazer as coisa que fazia antes, Adilsinho via pelo lado bom da coisa. Que não mais precisaria trabalhar ou pagar as contas, não precisaria se preocupar com nada e viveria sempre assim, sendo um pequenininho mimado por um casal que o adora.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Nana Paradise
Com certeza esse Blog jamais estaria completo se no mínimo não pronunciássemos uma vez o nome dessa moça. Nana Paradise é uma curitibana que nos encanta não só por seus lindos pés mas também por se mostrar uma pessoa totalmente centrada no que acredita e a faz feliz, de mente aberta e inteligente. Suas fotos e vídeos podem ser encontrados com grande fartura na internet, como alguns exemplos abaixo... claro que escolher apenas alguns deles é uma tarefa um tanto quanto ingrata, mas para nossa sorte há muito mais deles disponíveis para quem quiser se deliciar.
http://www.youtube.com/watch?v=zH5E84wrfuE
http://www.youtube.com/watch?v=wxzwOCbkoSc&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=wj0gdlHGJ_M&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=y_wDGynmARs
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Giantess - Maria Mazza

Vejam a abertura deste programa de entrevistas com a lindíssima atriz italiana Maria Mazza. Realmente ela é um mulherão !!!
http://www.youtube.com/watch?v=Nc88WSiOC7c
http://www.youtube.com/watch?v=TQmU1GtIJuo&feature=related
quarta-feira, 3 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Os Prazeres de Patrícia
FIM
terça-feira, 26 de maio de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Mosaico - Videos de Giantess
sábado, 9 de maio de 2009
Japonesa Giganta
É impossível não se apaixonar por essa Giganta. Esses vídeos são velhos conhecidos nossos na internet, mas eu não me canso de ver eles.
http://www.dailymotion.com/relevance/search/giantess+sexy/video/x7s94n_star044300kwmv_sexy
http://www.dailymotion.com/relevance/search/giantess+sexy/video/x7s944_mimiyuiwmv_sexy
http://www.dailymotion.com/relevance/search/giantess+sexy/video/x7s91j_mimip2pbreastpov_sexy
http://www.dailymotion.com/relevance/search/giantess+sexy/video/x3uakm_kaho_sexy
http://www.uniquepeek.com/viewpage.php?page_id=982
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Giantess Video - I dream of Jeannie
Video do seriado Jeannie é um gênio. Nesta cena nos vemos os apuros de um pequenino Major Nelson com a irmã da Jeannie.
sábado, 18 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Amores de Denise
sábado, 4 de abril de 2009
quinta-feira, 19 de março de 2009
quinta-feira, 12 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Geisha Feet
O significado da palavra geisha pode ser compreendido através de sua escrita que consiste em 2 kanji que são (gei) que significa arte e (sha) que significa pessoa ou praticante. A tradução literal para a língua portuguesa seria artista ou mesmo "entertainer". Bela, graciosa, forte, flexível, sedutora e além do nosso alcance... são adjetivos mais do que adequados a essa maravilhosa geisha retratada nas fotos. Seu olhar, seu corpo e seus lindos pés são verdadeiras obras de arte que encantam e deixariam qualquer homem de joelhos.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Fúria
O que poderia fazer um pequenino escravo diante da fúria de sua amada Rainha ?? Com certeza devido ao seu diminuto tamanho não restaria muitas opções.Se ajoelhar, implorar por sua vida, tentar de todas as formas agradá-la para conseguir o seu perdão seria o mínimo que poderia passar pelas nossas minúsculas cabeças em tal momento.
Mas todos podemos imaginar o quanto é díficil conter a fúria, o rancor e a raiva de uma mulher quando ela deseja vingança. Imaginem ainda se essa mulher virar todos esses sentimentos contra um homenzinho que cabe na palma de sua mão, ou que poderia ser esmagado por seus maravilhosos pés como um inseto rastejante ??
Com certeza o nosso pequenino David não terá dias fáceis de agora em diante.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Amores de Denise
As coisas seriam bem diferentes de agora em diante !! Era o que Denise pensava enquanto olhava o pequeno David lambendo a ponta do seu scarpin como havia ordenado. A imagem daquele pequenino homem subjulgado aos seus pés, assustado e morrendo de medo era o que tinha sobrado do grande amor que Denise imaginava existir em David. Aliás amor que com os últimos acontecimentos se tornou em ódio por ter sido vítima novamente de uma traição... uma traição justamente daquele homem que ela havia confiado e cuidado nos momentos mais difíceis.
Denise pensava também o que faria com David agora. Olhava a casinha que havia destruído e imaginava como tinha feito aquilo. Ela que sempre tinha sido uma pessoa calma, passiva e racional, deixou-se levar pela emoção ao extremo. Agora precisava achar um lugar para colocar David para dormir e assegurar-se que ele não tentaria fugir, o que com certeza era a coisa mais óbvia que ele estaria pensando.
Denise se abaixou e pegou o pequeno David que ainda estava lambendo os seus sapatos como havia ordenado. Ele assustado tentou se defender dos enormes dedos que envolviam o seu corpo, mas logo percebeu que era inútil. David era tão leve e frágil que Denise se divertia ao segurá-lo na mão... podia sentir o seu pequenino coração palpitando com uma velocidade incrível e sua respiração acelerada. Era como segurar um passarinho ou um hamster imaginava...
Partiu então em direção ao quarto a procura de algo que pudesse usar como um novo lar temporário para aquele desprezível homem em suas mãos.
- Vamos ver... onde eu vou guardar você agora David... precisamos achar um novo lar de acordo com o seu tamanho não é mesmo ? - falava com ar de deboche quando subtamente avistou algo perto da cama.
- Ah... achei !! Este vai ser o seu lar provisório na noite de hoje...
Denise pegou sua bota de couro marrom que havia usado dias antes. O seu cano era alto o suficiente para cobrir sua perna até a altura de seu joelho o que era perfeito para evitar que David pudesse escalar e fugir durante a noite.
- Bem vindo ao novo lar David - sorriu Denise ao jogar o pequenino dentro da enorme bota em sua mão. Ela olhou para dentro do calçado e lá no fundo viu o pequeno David que apesar do olhar assustado não se atrevia mais a falar ou pedir perdão.
- Agora me escute bem... a partir de agora não falarei duas vezes !!! Não tente fugir de mim David !! Você sabe muito bem que não pode ir a lugar algum deste tamanho não é mesmo ?? Mas se por algum acaso uma idiotice dessas passar pela sua minúscula cabeça tenha certeza que eu estarei tomando todas as precauções necessárias para que você não tenha sucesso... e... ah... acho melhor nem imaginarmos o que irá acontecer com você quando for pego... você me entendeu ??
- Sim Denise... eu entendi... - respondeu David abaixando a cabeça.
- Ótimo !! Aproveite a sua nova moradia... Tenho certeza que para alguém do seu tamanho e caráter ela é mais do que apropriada não é mesmo ?? Já imaginou algum dia que estaria dormindo dentro da minha bota David ?? - humilhava com um sorriso.
- Quem sabe amanhã eu não vá trabalhar com ela... - gargalhou.
Denise deixou a bota próximo a cama, onde poderia observar David enquanto estivesse deitada. Demonstrando frieza e cantando baixinho Denise se dirigiu ao chuveiro... e ao se deitar deu uma última olhada no pequenino que agachado com os braços em volta das pernas choramingava e rezava por sua vida.
Ao amanhecer Denise levantou e espreguiçou-se com enorme rapidez antes mesmo do despertador tocar. Apesar da péssima novidade que havia descoberto na noite anterior, ela tinha dormido muito bem e sentia-se ótima e relaxada como a muito tempo não tinha o prazer de se sentir. Logo olhou para dentro da bota que havia colocado David na noite passada e observou que ele continuava lá. O homenzinho estava deitado próximo ao calcanhar em forma de concha, como um pequeno mendigo dormindo ao chão... sujo e maltrado devido a fúria que havia destruido a casinha de brinquedos provocada por Denise.
Denise se levantou, tomou um delicioso banho e se trocou rapidamente para ir trabalhar... o barulho fez com que David acordasse e observasse no alto a luz que entrava para dentro de sua nova casa. Logo o rosto de Denise apareceu e David sentiu um enorme calafrio.
- Ora, ora... você já acordou seu vermezinho ?? Como passou a noite ?? Sentiu-se confortável na minha bota ?? - perguntou Denise. David envergonhado com a situação abaixou a cabeça tentando esconder o rosto.
- Eu lhe fiz uma pergunta David !!! - falou Denise com um tom impaciente, balançando a bota enquanto David se debatia dentro dela.
- Por favor Denise... pare... por favor... - gritava David desesperado.
- Eu dormi sim... - respondeu David enquanto Denise parava de balançar a bota.
- E estava confortável ??
- Não... ela é um pouco dura.
- Sério ?? Mas não é o que os meus pés sentem quando eu calço elas... deixe me experimentar para ver se você está realmente certo... - respondeu Denise com um largo sorriso enquanto colocava o seu enorme pé direito dentro da nova casa de David.
David desesperado gritava para que Denise parasse mas a sua voz era cada vez mais abafada conforme Denise calçava a bota. A primeira imagem do enorme pé de Denise entrando na bota calçando uma meia de nylon... os dedos se balançando e depois uma escuridão que parecia um grande eclipse cobrindo o pequeno mundo de David era assustador e jamais sairia de sua mente. David desesperado tentava se rastejar para o fundo da bota tentando se esconder do enorme pé que iria esmagá-lo a qualquer momento... mas Denise balançou mais uma vez a perna fazendo com que o pequenino rolasse para o seu calcanhar, ficando preso abaixo da sua sola. Denise sentia o pequenino se debatendo embaixo de seu pé, desesperado, tentando afastá-la inutilmente com suas minúsculas mãos o que provocavam cócegas que a faziam se divertir ainda mais. Ela mantinha propositalmente o seu pé a uma distância suficiente para não esmagar aquele homenzinho que tentava de todas as maneiras escapar daquela prisão. Depois de se divertir por alguns minutos Denise retirou o seu pé lentamente da bota e observou David ofegante, suado e tentando desesperadamente respirar o ar para dentro de seus pulmões.
- Espero que isto lhe sirva de lição David. A partir de agora você vai aprender a ser mais grato com o que lhe for oferecido, afinal de contas a minha bota é mais do que você merece. Aliás... eu ainda vou lhe ensinar várias novas lições David... esta é apenas a primeira. E então o que você disse mesmo sobre não estar confortável ??
- Me perdoe... ela está confortável sim... - murmurou David ainda tentando puxar a respiração.
- Ótimo... agora comporte-se !! Estou indo trabalhar e lembre-se do que eu lhe disse ontem... nem pense em tentar fugir de mim !! Você não vai querer me ver zangada não é mesmo ??
- Não... não vou Denise. Não vou tentar fugir e nem fazer nada de errado... eu prometo. - respondia um David amedrontado.
- Muito bem... assim eu espero.
Denise se virou e saiu caminhando para mais um dia de trabalho. Mais do que nunca o barulho dos saltos de Denise batendo no chão e a porta se fechando foram tão agradáveis para David. Ele teria pelo menos algumas horas de descanso, sem humilhações ou de dor.
Durante aquele dia David não conseguia deixar de pensar na grande besteira que havia cometido. Jamais imaginara que Denise um dia fosse descobrir o seu caso com a Cris. Apesar de Denise ser uma mulher atraente, David não conseguiu resistir aos encantos daquela garota que trabalhava na empresa médica na qual negociava expor o seu invento. David se repreendia mais do que nunca por uma dia ter inventado aquela maldita máquina que agora o tinha transformado em um rato de laboratório. Nada disso teria acontecido se não tivesse construido o miniaturizador. Ficou imaginando também se um dia Denise o perdoaria e as coisas voltariam ao normal, se bem que normal não é a palavra mais apropriada para alguém do seu tamanho. Se arrependeu de todas as besterias que tinha feito e falado e sentiu saudades do tempo que Denise ainda se preocupava com sua situação, em protegê-lo e do carinho com que cuidava dele. Agora tinha jogado todo o amor que ela sentia por ele no lixo e isso lhe custaria muito caro.
Enquanto isso Denise, trabalhava com enorme prazer... pensava que apesar de ter sido enganada de novo, talvez daquela vez tenha valido a pena. Ela era uma nova mulher agora. Já se sentia mais confiante antes, mas agora, mais do que nunca sua auto estima estava as alturas. Poder ensinar ao David uma lição para que ele se arrependesse amargamente do que tinha feito era ótimo. E isso só era possível porque ele não era maior do que a caneta com a qual assinava os papéis sobre a sua mesa. As pessoas em sua volta podiam perceber uma grande mudança naquele dia. Alegre e sorridente, Denise trabalhou feliz da vida contando os minutos para voltar para casa e poder ver novamente o seu novo brinquedinho.
Ao anoitecer David entrou em desespero porque sabia que chegava a hora de Denise voltar do trabalho. Passou o dia todo ensaiando uma forma de se desculpar com ela mas as palavras pareciam sumir de sua mente com os minutos que iam passando. Não demorou muito e David ouviu o barulho de chaves abrindo a porta e passos vindo em sua direção. Meu Deus, ela voltou !! - pensava David suando frio. Logo Denise apareceu e olhou para baixo com grande satisfação em ver que o pequenino continuava dentro de sua bota. Para David era como se estivesse olhando para um enorme edifício... e no topo o rosto de Denise sorrindo para ele.
- Muito bem !! Vejo que você se comportou direitinho como eu mandei David.
- Sim Denise... eu me comportei direitinho - respondeu David com a voz trêmula mas rapidamente. Ele tinha percebido durante o dia que de nada adiantaria contrariar Denise, então resolveu que iria fazer de tudo para agradá-la o mais rápido possível para que ela o perdoasse.
- Ótimo... vejo que agora você está muito mais educado também... o dia dentro da bota deve ter feito muito bem para você... - sorriu Denise.
Denise se abaixou e virou cuidadosamente a bota, fazendo David rolar para fora aos seus pés. David escorregou e caiu diante de Denise e como sempre não podia deixar de observar o quanto aqueles sapatos eram enormes diante dele. Rapidamente o pequenino se levantou e se ajoelhou de cabeça baixa diante da giganta. Denise riu daquela atitude de David...
- Meu Deus !! Mas o que aconteceu com você ?? Vejo que já aprendeu o seu devido lugar que é ajoelhado aos meus pés... - gargalhou Denise.
- Sim Denise... - murmurou David.
- SRA. DENISE para você agora pequenino. - respondeu rispidamente.
- Esta é a sua segunda lição de hoje. A partir de agora você deve me chamar apenas de Senhora entendeu ? O meu nome não deve ser pronunciado mais em hipótese alguma, a não ser que eu permita.
- Sim Senhora... - respondeu David de cabeça baixa, imaginando que com certeza o perdão de Denise estaria mais longe do que pensava.
- Muito bem... agora venha até a sala. Quero ver você correndo aos meus pés.
- Por favor Denise... não me pise... - implorou David, sem se dar conta de que a havia chamado pelo nome.
- O QUE FOI QUE VOCÊ DISSE ? - gritou Denise.
- EU NÃO DISSE QUE VOCÊ NÃO DEVE MAIS PRONUNCIAR O MEU NOME SEU VERME ? - continuou Denise agora batendo o pé próximo ao pequenino demonstrando impaciência.
- Me me perdoe... eu não fiz por mal... me perdoe minha Senhora...
- Começe a correr agora David... eu estou logo atrás de você !!
David se levantou e partiu rapidamente em direção a sala... a distância entre os cômodos era pequena, mas para o seu tamanho era uma verdadeira caminhada. O pequenino corria o mais rápido que podia, enquanto que Denise lentamente dava enormes passos que a faziam com que chegasse facilmente até ele. Cuidadosamente ela calculava a distância suficiente para pisar o mais próximo possivel daquele homenzinho sem esmagá-lo, para o seu desespero.
Ao chegar na sala próximo ao sofá, Denise ordenou que David parasse. Prontamente o pequeno parou ofegante pela corrida.
- Você se saiu muito bem meu pequeno... - disse Denise enquanto se sentava no sofá.
- Agora eu quero que você me ajude a tirar os meus sapatos... desprenda a fivela.
- Mas a fivela está no seu tornozelo... eu não a alcanço Den... Senhora - respondeu David trêmulo por quase ter pronunciado novamente o nome de Denise.
- Hunf... e isso é problema meu ?? Apenas faça o que eu digo !! - respondeu Denise com um olhar de reprovação e de ameaça por ter percebido que David quase havia pronunciado o seu nome.
Desesperado, David tentou achar alguma solução para poder desprender os sapatos de Denise... pensou em escalar o seu sapato mas não teria força suficiente para abrir a fivela com apenas uma das mãos. Olhou em volta e viu a sua antiga casinha destruida no canto. Correu em direção a ela e procurou no meio dos escombros algo que pudesse usar como apoio. Denise se deliciava em ver aquele homenzinho correndo de um lado para o outro com medo de ser punido por não cumprir uma ordem sua. Logo David achou uma pequena cadeira dentro da casa que por sorte não havia sido destruida por Denise. Por ironia do destino era a mesma cadeira que ele havia encolhido na primeira vez que ele a havia convidado para ir a sua casa e mostrado o miniaturizador. Lembrou-se novamente daquele dia e algumas lágrimas escorreram pelo seu rosto, mas logo o som do seu nome pronunciado por uma Denise impaciente o fez voltar a realidade e sair correndo com ela nas mãos.
David trouxe a cadeira o mais rápido possivel e a colocou ao lado do enorme pé de Denise que naquele dia calçava uma lindo sapato branco de salto. O pequenino subiu nela e com enorme esforço suou para desprender a tira de couro que se prendia a fivela dourada do sapato. Após desprender as duas fivelas, Denise levantou levemente o seu pé para que o sapato escorregasse próximo ao pequenino que jamais teria forças para segurá-lo. Os pés de Denise estavam dentro de finas meias de nylon que já haviam sido apresentadas a David naquela manhã em que quase fora esmagado dentro da bota. Ao notar que aquela pequenina cadeira que havia ajudado David a desprender os seus sapatos era a mesma que tinha sido encolhida no primeiro dia em que ficaram juntos, Denise chegou a sentir um pouco de dó do homenzinho aos seus pés... mas com um movimento fez com que o sentimento desaparecesse. Denise levantou o seu pé e lentamente pressionou a cadeira diante de David que a viu ser esmagada como enorme dor como se fosse ele próprio que estivesse embaixo daquela sola.
- Muito bem... agora venha aqui... - Denise pegou David com a sua mão e o colocou em cima da mesinha central que se encontrava em frente ao sofá que estava sentada. Então ela esticou suas pernas, deixando os seus enormes pés apoiados diante do pequenino que apenas observava aquela enorme perfeição.
- Agora eu preciso de uma massagem pequenino... tive um dia maravilhoso de trabalho e quero que você relaxe os meus pés.
- Sim Senhora... - respondeu David que agilmente procurou massagear aqueles gigantescos pés que estavam sempre a ameaçar sua insignificante vida. Com muito esforço o pequenino precisou apertar e bater o máximo que podia para que ela pudesse sentir algo. As meias estavam um pouco úmidas do suor dos pés de Denise, afinal eles haviam ficado o dia todo calçados naqueles lindos sapatos de saltos. O cheiro para alguém do tamanho de David era um pouco mais forte que o normal, mas ele com certeza não se atreveria a comentar.
Após um tempo, Denise tirou sua meias e ordenou ao pequenino continuar a massagem, agora se preocupando em apertar os seus dedinhos. David continuou o seu serviço árduamente, apertando todos os dedinhos, praticamente tendo que abraçá-los para que a giganta pudesse se satisfazer. Sem a meia ele pode perceber o quanto, apesar de enormes, as solas dos pés de Denise eram macias e bem cuidadas.
Depois de quase 1 hora de massagem, Denise permitiu que o pequeno David parasse e descansasse um pouco.
- Agora já chega, pode descansar um pouco... - disse Denise que viu o homenzinho cair-se de joelhos não só por respeito a ela mas principalmente por cansaço. Ela retirou os pés da mesa e levantou-se em direção ao quarto. Após vários minutos retornou com os cabelos ainda molhados vestindo uma curta camisola de seda. Olhou para o pequenino jogado na mesa e o pegou com apenas dois dedos levando-o na altura de seu rosto. Olhou fixamente para ele e o cheirou duas vezes no ar. David assustado só rezava para não cair no chão daquela altura.
- Você está cheirando muito mal !! Está precisando de um banho agora... - disse Denise fazendo uma careta.
Denise o levou na ponta dos dedos até a pia da cozinha e o depositou em cima da mesa. Ligou a torneira para que um fino filete de água fria caisse por ela. Depois ordenou que David retirasse suas roupas. David a contragosto sabia que não poderia contrariar Denise e lentamente foi retirando cada peça ficando apenas de cueca.
- O que você está esperando para tirar a sua cueca David ? - perguntou Denise.
- Por favor... eu sei que fui um idiota, passei o dia todo de hoje pensando em quanto eu a fiz sofrer por uma fraqueza minha. Aquela mulher não significa nada para mim... sei que mereço tudo o que estou passando, mas por favor me perdoe... Cada vez que eu penso em todos os momentos que passamos juntos e tudo o que você fez por mim... eu estou arrependido... - começou a implorar David de joelhos.
- Já chega !!! - cortou rapidamente o assunto Denise.
- Vou lhe falar uma coisa David !! Agora é muito tarde, portanto eu não quero mais escutar nenhum tipo de lamentações da sua parte... mas você pode guardar elas em seus pensamentos sim, porque eu quero mesmo que você pense a cada minuto da sua vidinha a partir de agora o quanto você era feliz e não sabia. É óbvio que você está arrependido, disso eu tenho certeza... portanto eu vou ser boazinha com você e vou te dar um conselho. Procure se esforçar o máximo a partir de agora... porque a sua vida depende disso... Enquanto você me divertir e tiver alguma utilidade eu prometo não me livrar de você ok ?? Agora venha aqui !! - respondeu uma Denise secamente, enquanto pegava David com uma de suas mãos.
Com o dedão ela prendeu o pequenino na sua mão que se debatia para tentar se livrar. Com apenas dois dedos Denise foi cuidadosamente abaixando a cueca de David que tentava ao máximo impedir que ela conseguisse mexendo suas pernas.
- Acho melhor você parar de se mexer tanto David, senão eu posso esmagar algo que você não queira. - disse Denise apertando o pequenino com o seu dedão que soltou um pequeno grito sentindo o seu corpo ser pressionado. Sem poder respirar na mão de Denise, David parou de se mexer e permitiu que Denise tirasse a sua pequenina cueca.
- Pronto... bem melhor !! Meu Deus mas o que é isso ?? Agora eu sei o porque você não queria ficar pelado na minha frente !! - zombou Denise que brincava com David na sua mão, passando a ponta de seu dedo no corpo do homenzinho que nada podia fazer.
- Realmente você não é mais o mesmo David... fico imaginando o que a sua nova namorada diria ao ver essa coisinha...rs. Será que ela o iria querer ainda ?? - continuava a humilhar.
Denise pegou um pouco de sabonete liquido com sua outra mão e levou David para baixo do filete de água que caia da pia. Morrendo de frio com a água gelada que caia da torneira, David foi lavado na palma da mão de Denise que o ensaboava com os dedos levemente para não machucá-lo. David se sentiu como se fosse uma fruta ou legume sendo lavado embaixo da torneira.
Depois de limpo Denise pegou um pedaço de guardanapo e enxugou o homenzinho com as mãos. David não resistia mais, porque sabia que quanto mais se mexesse seria pior, podendo ela quebrar um braço ou uma perna sua com os dedos.
Denise colocou então o homenzinho pelado sobre a mesa e pegou suas roupas sujas, jogando-as no cesto de lixo.
- A partir de agora você não vai mais precisar de roupas. - sorriu Denise.
Denise se virou e preparou um pouco de comida. David havia passado o dia todo sem comer e beber e estava morrendo de fome. Ficou observando Denise cozinhando, sentado na rolha de vinho morrendo de vergonha por estar pelado. Logo Denise voltou a mesa com um prato e se sentou. Começou a jantar enquanto David a olhava como se fosse um cachorrinho esperando um pouco de comida. Denise continuou calmamente a comer enquanto olhava para David com enorme satisfação. Apesar de estar morrendo de fome, David não se atrevia a pedir um pouco para Denise. Ele via que uma vez ou outra um grão de arroz ou uma migalha de pão caia sobre a mesa, mas mesmo assim ele não se levantava para pegá-las.
Assim que terminou Denise se levantou e recolheu o prato para lavar. Enquanto a giganta se encontrava de costas David observava aquele grão de arroz caido próximo a ele, e se segurava para não se levantar e pegá-lo.
Logo Denise voltou e viu que o homenzinho ainda estava sentado sem mexer nas migalhas que estavam sobre a mesa. Com uma das mãos Denise jogou as migalhas no chão para desespero de David que ainda tinha esperança de saboreá-las. Denise então se sentou na cadeira e pisou descalça sobre o grão de arroz e as migalhas de pão que ficaram grudadas em sua sola. Ela cruzou então as pernas de modo que seu pé ficasse em cima da cocha e ordenou que David subisse na palma de sua mão. Levou então o homenzinho de encontro ao seu pé.
- Muito bem David, agora é hora de comer. Aproveite a sua refeição e coma tudinho... sei que está com fome, logo não vai precisar de muito esforço para deixar os meus pés limpinhos novamente. - ordenou Denise, que se divertia ao ver a expressão no rosto de David que apesar do nojo sabia que não teria outra chance de refeição. Ele foi comendo uma a uma as migalhas de pão que estavam grudadas. O grão de arroz foi pisado com tanta força por Denise que havia virado uma pasta amassada grudado com um pouco de poeira, ficando com uma cor levemente cinza. David foi desgrudando pequenos pedaços com as suas mãos e comendo ajoelhado na mão da giganta. Assim que terminou Denise ordenou que David lambesse a sua sola de modo que não sobrasse mais nada.
- Ótimo... deixou os meus pés limpinhos novamente !! Gostou da refeição ?? - perguntou Denise.
- Sim Senhora... - respondeu um David humilhado.
- Muito bem... agora vamos para o quarto... eu tenho uma surpresa para você !!
Denise se levantou e caminhou com o pequenino até o quarto. Chegando lá, David observou que havia um grande pacote sobre a cama. Denise colocou o pequenino sobre o criado mudo e lentamente começou a desembrulhar a embalagem.
- Pronto !! O que achou David... esta é a sua nova casa !! Não é linda !! - perguntou Denise mostrando uma enorme gaiola de prender ratos. Dentro dela havia até uma grande roda de acrílico para que os roedores corressem. Denise então pegou David e o jogou para dentro da nova casinha que com as pequenas mãos segurando as grades e um olhar assustado, a observou de dentro de sua prisão.
Denise pegou a gaiola e a colocou sobre uma pequena mesa no quarto, bem de frente a sua cama onde podia admirar agora o homenzinho enjaulado até pegar no sono.
Os dias que se passaram desde então não foram nada fáceis para David. O medo e a humilhação se tornaram palavras certas no cotidiano do homenzinho que era submetido todos os dias a algum novo tipo de trabalho ou brincadeira por parte de sua "Dona". Denise parecia se divertir cada vez mais com aquelas situações, mostrando realmente o quanto estava longe de perdoar algum dia o pequenino. David passou a morar na gaiola que lhe servia como uma grande jaula, sendo forçado algumas vezes por Denise a correr na roda para se exercitar. Comia apenas das migalhas que sobravam das refeições de Denise que da mesma forma, esmagava algumas vezes com os pés, outras com as mãos para que sentisse sempre o homenzinho lambendo o seu corpo. Certa vez David se recusou a se alimentar após Denise ter pisado em uma ervilha que ficou grudada entre os dedos do seu pé. Ela então o pegou e forçou não a comer a ervilha mas as sujeirinhas que estavam acumuladas entre eles. Depois disso Denise o jogou na gaiola e deixou David sem água e comida por 5 dias, apenas guspindo dentro de uma tampinha de manhã antes de ir trabalhar para que David não morresse desidratado. Após esta experiência ele nunca mais se atreveu a recusar uma refeição.
David não usava mais roupas também, vivendo sempre pelado e em raras ocasiões podendo usar um vestido ou alguma roupa velha que Denise não queria mais e que encolhia no miniaturizador. Ele também passou a ter obrigações uma vez que Denise dizia que se ele se achava ainda um homem então deveria trabalhar como tal. Massagem nos seus pés era uma de suas obrigações diárias toda vez que Denise voltava do trabalho. Propositalmente eram realizadas assim que ela retornava para que o pequenino pudesse sentir o quanto eles estavam suados e cansados. Limpar os sapatos e jóias de sua Senhora também faziam parte de suas tarefas. Quando Denise queria relaxar assistindo algum programa na TV, David sempre era encarregado de levar uma por uma a pipoca ou algum outro petisco até as mãos dela. Depois ela o pegava e o obrigava a palitar os seus dentes. Mas a melhor tarefa que Denise achava que David executava era o de pintar as suas unhas. Com o pequenino tamanho dele, David pintava com perfeição, fazendo até minúsculos desenhos que eram a inveja de suas amigas. Todas perguntavam onde ela fazia as unhas com detalhes tão bem acabados, o que divertia Denise que com um largo sorriso apenas respondia que era segredo.
Humilhações verbais também eram inevitáveis para Denise, que sempre fazia questão de lembrar David o quanto ele era pequeno e submisso a ela. Sempre o ameaçando a pisar, bater ou esmagar como um inseto, ela adorava sempre que o tinha aos seus pés ou em suas mãos. Adorava segurar ele ou pisar aquele homenzinho, mantendo-o pressionado embaixo de sua sola ou de seus sapatos o suficiente para não esmagá-lo, podendo sentir o seu desespero tentando se livrar. As cócegas que faziam eram excitantes, pensava.
Certa noite, enquanto David fazia a massagem nos pés de Denise, ela o observava quando algo veio a sua mente. Ela se levantou e pegou o telefone.
- Qual é o telefone da sua Cris, David ? - perguntou Denise.
- O que a Senhora vai fazer ?? - perguntou David assustado.
Denise pegou David com a sua mão e o apertou levemente com os dedos fazendo o homenzinho implorar para que o soltasse.
- David, o que eu disse sobre me fazer repetir as coisas ?? - continuou apertando Denise.
- Por favor... você está me esmagando... eu falo... eu falo... - gritou David.
- Assim é que eu gosto... - sorriu Denise soltando um pouco a pressão de seus dedos.
David com lágrimas nos olhos disse o telefone para Denise, implorando ainda para ela não fazer nada de mal. Ela então fitou o olhar nele e discou o número rapidamente.
- Isso vai depender de você David. Você vai conversar com ela agora e pedir que ela venha te ver aqui. Diga que está com saudades e esteve um pouco doente todo esse tempo. - disse Denise com um brilho nos olhos.
- Não por favor... eu não posso... - implorou David que foi novamente pressionado pelos dedos de Denise.
- Ah você pode sim... quer que eu te esmague agora como um inseto ? Se você quiser eu posso arrancar a sua cabeçinha com os meus dedos, quer ? - respondeu Denise que com dois dedos segurou a minúscula cabeça de David. Morrendo de medo, David implorou para que Denise não a arrancasse e concordou em falar.
- Ótima decisão para você David. Agora lembre-se, se você pedir ajuda, falar alguma besteira ou mesmo se não for capaz de convencê-la a vir aqui eu irei ter o enorme prazer de sentir os seus ossinhos se quebrando entre os meus dedos. Estamos entendidos ? - perguntava Denise enquanto via os olhinhos de David arregalados.
- Sim, sim... Senhora... - respondeu David baixinho enquanto o telefone começou a tocar.
Logo uma voz doce e bonita atendeu o telefone. Era Cris, que surpresa com o telefonema de David começou a conversar com ele, no início brigando por ele não ter mais ligado para ela, mas depois demosntrando que estava com muitas saudades. David não podia deixar de olhar para o rosto de Denise que demonstrava estar com raiva e se controlando para não esmagá-lo naquele momento. Com medo e estando preso naquela mão gigantesca, nada mais restou para David do que pedir para que Cris viesse na noite seguinte para vê-lo.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Pobres Pequeninos
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Banho
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Amores de Denise
Vida a dois
Existem determinadas situações que com certeza devem ser evitadas a todo custo. Imaginem que tipo de relação poderia ocorrer dentro do contexto da imagem ao lado ? Uma mulher jovem, bonita mas gigantesca em comparação ao pequenino homem escondido próximo a roda de seu carro... pensando se deve se aproximar e chamar a sua atenção. Amores de Denise
sábado, 31 de janeiro de 2009
Amores de Denise
- Para ser sincera... estou. Como consegue morar aqui ??
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Dúvidas
As vezes me pergunto que utilidade eu teria se fosse um homenzinho deste tamanho. Se fosse possível ser tão pequeno ao ponto de poder ser esmagado por pés tão bonitos como estes, o que poderia eu fazer para agradar uma mulher com tão grande diferença em relação a mim...quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Monster vs Aliens
Monster Vs Aliens é um filme para fazer com que a gente volte a querer ser criança, tudo por causa da personagem Ginormica, dublada no desenho pela linda Reese Witherspoon.Na estória, o mundo viu no século passado o surgimento de quatro aberrações, um ser azul gelatinoso que absorve tudo (Seth Rogen), uma barata intelectual (Hugh Laurie), o elo perdido (Will Arnett) e uma espécie de porquinho-da-índia gigante. Elas foram presas e esquecidas até o planeta ser ameaçado por uma entidade alienígena (Rainn Wilson). O governo então recruta os monstros e uma nova integrante, a mulher gigante dublada por Reese.
Como podemos ver em um dos trailers do filme a imagem de Ginormica crescendo descomunalmente dentro da igreja e seu futuro marido assustado é demais. No final podemos ver os convidados correndo para fora enquanto a mulher gigante destrói o teto. Vale a pena conferir e aguardar com ansiedade a estréia prevista para 03 de abril nos cinemas.
http://www.monstersvsaliens.com/
Domme Layla



Mulheres Malvadas
Caros colegas,Como eu havia citado anteriormente, a minha descoberta sobre o mundo de "Giantess" se deu através de leituras no mundo virtual. A maravilha da internet me fez descobrir mundos que antes eu achava que existiam somente na minha imaginação. Me espantei em ver a quantidade de sites existentes sobre o assunto, sendo a grande maioria estrangeiros, o que logo podiamos constatar que apesar de ser um fetiche conhecido, era muito pouco divulgado entre nós mesmos.
Mas o primeiro site em que eu pude realmente sentir e ter o prazer de ler em português sobre o assunto foi o http://www.desejosecreto.com.br/fetiches/fetiches05.htm, na qual havia uma breve explicação sobre o assunto e uma estória um tanto quanto fantástica. Na verdade não era uma estória, e sim um bate papo entre uma maravilhosa giganta chamada Vanessa e um pobre pequenino que se encontrava em seu poder. Foi com certeza o melhor texto que pude ler até hoje sobre o assunto, muito bem montado e que me fazia viajar com a minha imaginação.
Hoje, eu vi que recebi um comentário da pessoa responsável por este texto que é o caro amigo Pedro Lozada, na qual visitou o nosso blog e o elogiou. Realmente agradeço por sua visita o que com certeza para mim é uma grande honra, porque você é um dos primeiros a ter iniciativa de comentar sobre o assunto no mundo virtual e claro, autor do texto acima citado. Atualmente ele possui também o blog http://mulheresmalvadas.blogspot.com/, que como já diz o próprio nome, fala sobre mulheres realmente pervesas, com imagens e ótimos textos. Eu mesmo já havia enviado uma estória sobre giantess para este blog que foi postado com o nome de "Os prazeres de Patrícia", na época em que eu assinava como Microh. Com certeza, vale a pena dar uma conferida nos seus trabalhos nos dois endereços citados.
Escondido
Achei !!! Eu disse que não adiantava você se esconder de mim... rs. Está assustado com o meu tamanho ?? Ah... mas antes você gostava tanto de mim... vivia querendo sair comigo, mandando presentes, falando palavras bonitas... e agora está tremendo como um ratinho acuado...rs. Não se preocupe, eu prometo que se tudo for do meu agrado você irá viver por muito tempo ao meu lado, massageando os meus pés, lustrando os meus sapatos, pintando as minhas unhas e... quem sabe se você for realmente bom, não faremos coisas mais interessantes ?? Agora venha até aqui... sou boazinha, mas você não vai querer me ver de mau humor vai ??





























































































