quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Colagens da Internet

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Giantess Comic

Giantess Pictures

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Giantess - Thanks my Goddess

Esta não é uma foto especificamente de "Giantess", mas o seu sentido real é relacionado ao nosso fetiche. Recebi de minha Deusa, como forma de demonstrar o que eu represento para ela... nada além de um minúsculo verme rastejante que poderia ser esmagado fácilmente com um simples movimento de seus pés.

Um pequeno escravo como eu, não poderia ser representado de forma mais perfeita por minha Deusa.

domingo, 15 de novembro de 2009

Giantess Comic

sábado, 14 de novembro de 2009

Giantess Video - Attack of the 50ft. woman



video

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Giantess - Entel Telecomunicações

Campanha publicitária da empresa de telecomunicações Entel do Chile.

Giantess Comic - Korak

Giantess Pictures

sábado, 7 de novembro de 2009

Giantess - Sem comentários...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Giantess - Beetlejuice

E por falar em Tim Burton, quem aqui se lembra deste filme ?? "Beetlejuice", que aqui no Brasil foi lançado como "Os fantasmas se divertem". Nele também podemos encontrar algumas cenas de "Giantess" com a atriz Geena Davis, como no exemplo do vídeo abaixo aos 9 minutos. Mas também vale a pena dar uma olhada nos outros videos postados que mostram mais do filme.
http://www.youtube.com/watch?v=wsiWxewyYyk&feature=related

Giantess - Alice no País das Maravilhas



Pôster e foto da prévia do filme "Alice" dirigido por Tim Burton. A imagem da Alice Gigante foi exposta na Comicon realizada nos Estados Unidos.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Giantess Hentai

Colagens da Internet

sábado, 17 de outubro de 2009

Giantess Pictures

Giantess Video - Valsa com Bashir




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Giantess Comic

sábado, 10 de outubro de 2009

Giantess - Patricya Travassos

Cartaz do livro e da peça de teatro "Monstra" de Patricya Travassos.

Giantess - Julia Fullerton-Batten

Para ver mais fotos, acesse: http://juliafullerton-batten.com/ e clique em PROJECTS / TEENAGE STORIES

Giantess - O povo contra Larry Flynt

Cartaz do filme "O povo contra Larry Flynt".

Giantess - Capas da Veja

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Giantess em outdoors

Concordo que a cidade de São Paulo está mais limpa com a retirada dos outdoors... mas as vezes sinto falta de algumas publicidades que me faziam sentir em uma verdadeira terra de Gigantas.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Giantess - Revista Plástica & Beleza

Foto da reportagem "Mulher: sexo frágil ?" da revista Plástica & Beleza (ano 12, número 105)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Giantess Pictures - Janette Lee

Giantess Hentai

Giantess Video - Livart

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Comercial de móveis - LIVART

Giantess Comic

domingo, 27 de setembro de 2009

Giantess Pictures - Brazil's next top model

sábado, 26 de setembro de 2009

Giantess Picture - Bar Refaeli

Boeing 737-700 com foto gigante da top model Bar Refaeli.

Giantess Picture - Raquel Zimmermann

Campanha publicitária do perfume EAU MEGA de Viktor & Rolf.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Giantess Video - Lupin


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Cena de Giantess do desenho japonês "LUPIN".

Colagens da Internet

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Terra de Gigantes - Deanna Lund

Com certeza os episódios de "Terra de Gigantes" seriam muito mais divertidos se a bela atriz Deanna Lund que interpretava a pequenina Valerie Scott, fosse uma das gigantas daquele seriado. Confiram as fotos dela com a nave dos pequeninos e digam o que acham !!







Gigantas na Internet



Pesquisando pela internet eu encontrei este site de fotomontagens com várias imagens muito bem trabalhadas. Apesar de não ser um site relacionado apenas ao fetiche de "Giantess", seus trabalhos são muito bons e valem a visita.

http://olavosaldanha.wordpress.com/terra-de-gigantes/

http://olavosaldanha.wordpress.com/os-pequeninos/

Giantess Hentai

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Giantess Comic

domingo, 6 de setembro de 2009

Giantess Pictures

Colagens da Internet

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Giantess 3D

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Giantess Hentai

Giantess Comic

Giantess Video - Impulse

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Comercial de desodorante - Goddess Impulse

Colagens da Internet - Gigantas em Preto e Branco

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Giantess Pictures

Imaginem o que vai acontecer quando a Dona deste sapatinho aparecer ??

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Giantess Video - Mulheres Gigantas

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Giantess Pictures

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Colagens da Internet - Giantess Models

Giantess Video - Lancia

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Comercial de automóvel - Lancia

Giantess Comic - Avengers

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Colagens da Internet - Gigantas em preto e branco

Giantess - Revista VIP

Esta foto é da revista VIP do mês de maio/2009, sobre as vantagens de ficar com mulheres mais altas. Alguém aqui tem alguma dúvida se gostaria de ter uma Giganta ao seu lado ??

domingo, 2 de agosto de 2009

Giantess Comic - Barbie

Afinal, quem é o brinquedo aqui ??

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Giantess Video - Shiseido



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Comercial da empresa de cosméticos - Shiseido

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Giantess Comic - The attack of the Babe Giant

Colanges da Internet

Conforme pedido do nosso amigo... aqui está a sua Giganta !!!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Colagens da Internet

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Giantess Poser - Evil Girlfriend

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terça-feira, 7 de julho de 2009

Comic - Amazonas

domingo, 5 de julho de 2009

Giantess Video - Genya Rasskazova


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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Colagens da Internet

sábado, 13 de junho de 2009

Conto de Giantess - Vida Nova

O conto abaixo foi escrito por um amigo que utiliza o pseudônimo de pekenininho. Achei ele interessante, então estou postando para que todos possam compartilhar dele também.


VIDA NOVA

Adilson, que hoje tem 34 anos, tinha 32 anos, 1,75m de altura e 80 quilos, quando passou por uma grande mudança, em nome da ciência e do conhecimento.

Ele trabalhava no Instituto de Pesquisas Espaciais e era responsável pelo desenvolvimento de peças para satélites, mapeamento astronômico e vigilância por telescópios.

Um dia caiu um meteorito na zona rural de uma pequena cidade do interior de São Paulo que, apesar de ter sido quase todo consumido pela atmosfera e pelo impacto, ainda sobrou um pequeno pedaço de aproximadamente 30 centímetros de diâmetro, que foi enviado ao Instituto para análises.

O material foi examinado e permaneceu vários dias no Instituto sem que ninguém desse muita importância além da curiosidade de ter em depósito um objeto vindo de fora da Terra.

O pequeno pedaço de rocha era composto basicamente de elementos comuns já conhecidos, basicamente de silício, chumbo, carbono e metais e foi dividido em outros pequenos pedaços para serem analisados, alguns deles aquecidos, derretidos ou convertidos em pó.

Logicamente o material ficou sob a responsabilidade de Adilson e, quando todos já tinham perdido o interesse, ele, manuseando um dos pedaços de cerca de 5 centímetros de diâmetro deixou que escorregasse de suas mãos e caísse no chão.

O pedaço estranhamente se partiu e de dentro dele escorreu um líquido vermelho e viscoso como óleo e brilhante, que imediatamente assustou Adilson, pois imaginou que poderia ser um elemento radioativo. Adilson tomou todas as precauções e recolheu o material dando início à uma análise sistemática do líquido.

Depois de alguns dias, sem conseguir decifrar do que era composto o líquido, misturou um pouco dele em água e aplicou em um rato, colocado dentro de um compartimento de vidro, para analisar se o bichinho viria a apresentar intoxicação, envenenamento ou se era afetado por alguma espécie de radiação que pudesse originar do líquido.
No princípio, nada aconteceu e Adilson deixou a cobaia reagindo e foi almoçar. Na volta tomou um susto, da porta não viu o rato dentro do vidro e rapidamente aproximou-se para inspecionar. Foi aí que tomou um susto maior, quando viu não o rato que deixou, mas outro, bem menor, com apenas uns dois centímetros de comprimento.

Não podia acreditar, haviam lhe pregado uma peça. Só podia ser. Não contou nada a ninguém e repetiu a experiência em casa com outro rato. Aconteceu a mesma coisa.

Adilson ficou atônito quando se viu diante de um elemento encolhedor. Nos dias seguintes estudou e experimentou o líquido em outros animais, descobrindo a proporção do encolhimento em cada animal e o quanto poderiam encolher de acordo com a aplicação do material.

Quando veio a concluir suas pesquisas se viu com um sentimento irresistível de contar a sua descoberta. Porém, devido a importância dos efeitos não poderia contar a qualquer pessoa, teria que ter bastante confiança em quem pudesse tomar conhecimento da descoberta.

Adilson tinha dois cooperadores que o auxiliavam. Dois estudantes, Gustavo de 23 anos e Tatiane de 20 anos. Estes dois jovens são bons estudantes e pessoas de muito bom humor, estavam namorando já há uns seis meses e formam um casal muito bonito.

Adilson chamou os dois e revelou-lhes sua descoberta. No início duvidaram, mas depois de algumas horas de experimentos Adilson comprovou o que havia descoberto.

Gustavo disse: Nossa, esta descoberta é incrível, imagina o que se pode fazer com isso.

Tatiane disse: Sim, mas também é muito perigoso, acho até que seria bom que o mundo não ficasse sabendo disto.

Adilson disse: Mesmo que saibam, só existe ainda um pouco do líquido e, por mais que tentasse não conseguir descobrir como é composto e pelo que analisei, está se evaporando lentamente e logo não vai haver mais nenhum resquício dele. A não ser uma pequena quantidade para ser congelada em nitrogênio líquido para ser utilizada em mais três ou quatro animais de médio porte.
Os três ficaram conversando ainda algum tempo e discutindo e brincando com as possibilidades do elemento encolhedor, mas trataram por enquanto um sigilo absoluto sobre tudo e se despediram.

Adilson já a alguns dias estava pensando em utilizar o elemento em uma pessoa, pensamento que foi ganhando força até ser irresistível, mas não teria coragem de utilizar o produto contra a vontade de ninguém e como nem Gustavo e nem Tatiane jamais admitiriam ser cobaias de tal experiência, Adilson decidiu que, pelo bem da ciência, se alguém teria que ser cobaia, este alguém teria que ser ele mesmo.

No dia seguinte procurou Gustavo e Tatiane e, meio receoso e até um pouco envergonhado, anunciou que pretendia aplicar o composto nele mesmo.

Gustavo disse: Mas não é loucura? Pelo que vi o Senhor ainda não desenvolveu um antídoto para isto e nem sabe se é reversível.

Adilson disse: Sim, não há antídoto, mas eu posso pesquisar se existe a possibilidade de um antídoto depois que encolher, com a ajuda de vocês, pois vão ter que cuidar de mim quando eu estiver pequeno. É melhor assim porque, se eu estiver pequeno, não vou precisar me preocupar com mais nada e nem fazer nada, podendo dedicar todo o tempo para encontrar o antídoto e, se não conseguir encontrar um modo de reverter os efeitos pelo menos poderemos estudar o modo de vida de uma pessoa encolhida. Eu sou um cientista e preciso ver como é este outro mundo.

Tatiane disse: Mas senhor, o senhor não tem ninguém? Não quer ter uma vida normal, e com uma mulher?

Adilson disse: Eu sou sozinho, só tenho parentes distantes e, sobre mulher, tem um pouco de material que vai sobrar e tenho certeza que poderemos encontrar uma que queira encolher e viver comigo, vai ser até divertido. Mas também acho que posso encontrar o antídoto e tendo mais tempo estando pequeno vai ser melhor para a ciência.

Tatiane disse: Ok. Eu nunca teria coragem de fazer isto mas tudo bem, se o Senhor quer. E quanto pequeno o senhor pretende ficar?

Adilson disse: Eu calculei uma porção suficiente para me deixar com tamanho entre 10 e 15 centímetros de altura.
Gustavo disse: Puxa! nem acredito.

Adilson preparou então o composto e com uma seringa aplicou em si mesmo.

Adilson disse: o efeito começa dentro de 15 minutos e leva cerca de 20 para ser concluído. Eu vou entrar ali na outra sala, mas não quero ser visto encolhendo, como vocês viram, os animais dos experimentos sofrem um pouco durante o processo. Então vou trancar a porta por dentro e colocar a chave no chão. Quando o processo terminar empurro a chave por debaixo da porta, corro até o centro e aí vocês abrem. Ok?

Tatiane disse: Ok senhor, boa sorte.

Gustavo disse: vai lá, estaremos esperando, boa sorte.

Adilson entrou na outra sala e Gustavo e Tatiane ficaram esperando e conversando, às vezes ouviam alguns gemidos de Adilson.

Depois de transcorrido o tempo necessário, cerca de 35 minutos, Gustavo e Tatiane, que estavam esperando ansiosos viram a chave ser empurrada por debaixo da porta.

O coração do casal disparou, na certa não mais do que o de Adilson.

Tatiane disse: Vai Gustavo abre!

Gustavo abaixou-se pegou a chave e colocou no trinco dizendo: Vamos ver.

Gustavo abriu a porta devagar e entrou na sala com Tatiane atrás dele.

Não pode conter o espanto quando viu no meio da sala uma criaturinha pulando, gritando e agitando os braçinhos. Estava peladinho e as roupas todas em cima de uma cadeira, onde Adilson as tinha deixado quando começou a encolher.

Gustavo lentamente se abaixou, colocando um joelho no chão, o que fez com que Tatiane, que estava logo atrás, pudesse ver o Adilson no chão, tendo o mesmo espanto que Gustavo.

Tatiane disse: Ai, não acredito, olha Gustavo, olha!

Gustavo disse: Deu certo, não acredito.

Adilson gritava: deu certo, deu certo, eu encolhi, encolhi. Incrível. Ta tudo grande, tudo grande, nossa.

Gustavo lentamente foi direcionando a mão para o Adilson que ficou assustado e deu uns dois passinhos para trás. Gustavo colocou os dedos atrás dele e fechou a mão lentamente e, sem apertar o pegou, levantando-o lentamente.

Tatiane atrás dizia: Cuidado Gustavo, cuidado com ele meu amor.

Gustavo saiu da sala levando o Adilson na mão e na outra sala colocou-o na mesa de pezinho. O casal arcou-se junto à mesa e ficou olhando o Adilson que estava totalmente sem jeito. Adilson estava com muita vergonha, não sabia se por estar pequenininho, ou por estar peladinho diante dos olhos examinadores dos jovens.

Tatiane, depois de tocar no Adilson com o dedo indicador algumas vezes, pegou ele na mão e ficou virando-o de costas e de frente, de cabeça pra baixo, vendo os braçinhos, as perninhas, os olhinhos tão pequenininhos, a boquinha, o narizinho, com uma expressão de muito contentamento dizendo: Ai que pequenininho que ele ficou. Olha que coisinha Gustavo. Como é que pode né?

Tatiane pegou uma régua e colocou o Adilson de pezinho na mesa segurando ele com os dedos para medir.

Colocou a régua certinho e foi ajeitando o Adilson que esperneou um pouquinho.

Tatiante disse: Shhhh, quietinho pequenininho, quietinho. Isso, vamos ver...12 centímetros. Nossa Gustavo, olha, 12 centímetros .

Depois de algum tempo examinando e conversando, ficou tarde e precisavam ir embora.

Tatiane disse: Temos que ir. Vamos deixar ele aqui?

Gustavo disse: Não, de jeito nenhum, temos que levar ele pra casa, não é Adilsinho?

Adilson gritou: Com certeza! Não quero ficar aqui não!

Tatiane e Gustavo riram e Tatiane pegou o Adilsinho na mão.

Gustavo disse: Vamos então.

No corredor Gustavo disse: Coloca ele dentro da bolsa pra ninguém ver Tati.

Tatiane guardou o Adilsinho na bolsa. Ele não gostou muito, mas começou a ver que já não era mais tratado como antes.

No carro, Tatiane logo tirou o pequenino e ficou olhando ele na mão.

Tatiane disse: Olha Gustavo, imagina que eu estou pegando uma pessoa na minha mão? Que bonitinho que ele ficou né? Adilsinho você ficou tão engraçadinho assim. Eu gostei. Ficou muito bonitinho.

Adilsinho já começou a notar que era tratado como uma criançinha, um bebezinho.

O casal foi direto para o apartamento do Gustavo, onde a Tatiane também iria passar o fim de semana, pois a família dos dois moravam em pequenas cidades do interior e eles moravam e estudavam na capital. Tatiane morava com algumas amigas, mas o namoro com o Gustavo já era bem íntimo e eles sempre dormiam juntos.

Na chegada, Tatiane guardou o Adilsinho de novo e subiram para o apartamento do Gustavo.

Já no apartamento Tatiane colocou o Adilsinho na mesinha de centro e o casal se sentou no chão.

Ficaram bastante tempo conversando sobre a experiência, sobre o que iriam fazer e analisar na semana seguinte. De vez em quando, Gustavo ou Tatiane cutucavam de leve o Adilsinho na mesinha ou pegavam ele na mão fazendo carinho nele e passando o dedo na sua cabecinha e depois o colocavam na mesinha de novo. Fizeram isso muitas vezes. Também colocavam no chão para vê-lo andar um pouquinho olhando de cima sorrindo. Algumas vezes também colocavam a mão no chão com a palma virada para cima e diziam: vem aqui, vem. Isso, vem, e ele subia na mão deles.

Tatiane foi até a cozinha preparar alguma coisa para eles comerem enquanto Gustavo levou o Adilsinho para o sofá para assistirem televisão. Adilsinho ficava no sofá ou no colo do Gustavo, sempre admirando o mundo gigante.

Lá da cozinha Tatiane gritou: Amor! Põe ele no chão e manda ele vir aqui!

Gustavo colocou o Adilsinho no chão e disse: Vai, vai, pode ir.

Gustavo ficou olhando rindo enquanto o pequenino atravessava a sala, peladinho em direção a cozinha.

Antes de cruzar a sala Tatiane apareceu na porta da sala, viu o pequenino, sorriu, abaixou-se e ficou esperando dizendo: vem, vem, vem.

Quando o pequeno chegou perto da Tatiane, ela pegou-o na mão e o levou até a cozinha colocando-o em cima da mesa.

Depois de preparado o jantar Tatiane colocou a comida na mesa e chamou o Gustavo dizendo: ta pronto Gustavo, senta.

Tatiane se sentou também e olhando para o Adilsinho disse: Ta com fominha baixinho? Eu vou tratando de você, vem aqui.

Tatiane chamou o pequenino batendo o dedo perto do prato, indicando onde ele deveria ficar.

Enquanto o casal jantava, Tatiane pegava um pedacinho de mistura de seu prato, bem pequenininho e dava para o Adilsinho. Quando ele comia o casal sorria e adorava.

Tatiane também dava um pouquinho de água com muito cuidado virando o copo para que o pequenino pudesse beber usando as mãos.

Depois do jantar o casal foi para a sala. Tatiane pegou o Adilsinho e quando se sentaram no sofá Tatiane colocou ele no chão e disse: vou colocar ele no chão para ele andar por aí um pouquinho. Vai pequenininho.

Enquanto o casal via televisão e conversava, Adilsinho explorava a sala, agora gigantesca.

Adilsinho percebia que, de vez em quando, Tatiane e Gustavo o olhavam lá de cima do sofá, vigiando o que ele fazia e sorrindo para ele.

Gustavo disse: Onde ele vai dormir Tati?

Tatiane disse: Dorme no nosso quarto meu amor. Não tem problema, ele ta pequenininho mesmo, não faz mal. Colocamos uma caixinha ou um paninho em cima do criado mudo ou da penteadeira.

Depois de mais ou menos uma hora e meia o casal decidiu ir dormir. Gustavo pegou o pequenino e foram os três para o quarto.

No quarto, Tatiane começou a preparar a cama enquanto Gustavo segurava o Adilsinho.

Tatiane tirou a roupa ficando só de lingerie como se estivesse sozinha com o Gustavo.

Gustavo colocou o Adilsinho no criado mudo e também tirou a roupa para dormir. Era uma noite bem quente, nem precisava de coberta.

Gustavo e Tatiane começaram a conversar. Primeiro sobre a experiência, depois conversaram sobre outros assuntos como se o Adilsinho não estivesse lá.

Tatiane começou então a provocar o Gustavo, beijando, abraçando, dando início ao ato sexual.

Gustavo disse: Mas e o pequenino? Vamos guardar ele na gaveta?

Tatiane disse: Não. Não precisa. Ele tá pequenininho mesmo, tadinho.

Do criado mudo, ao lado da cama, Adilsinho presenciou o casal gigante fazendo amor em várias posições e se sentiu a criaturinha mais insignificante do mundo, principalmente quando viu Tatiane fazendo sexo oral em Gustavo.

Quando terminaram, o casal se deitou abraçado e Gustavo viu o pequenininho envergonhado e excitado em cima do criado mudo e disse sorrindo: O baixinho, você quer também? Ela é muito grande para você.
Tatiane disse: Gustavo, dá ele aqui pra mim.

Gustavo pegou o pequenino e deu para Tatiane que o olhou e disse: que bonitinho, ta com o pintinho durinho.

Tatiane colocou o pequeninho ao lado do pênis do Gustavo para comparar e ficou segurando ele com dois dedos. O pênis do Gustavo tem 19 centímetros e é 7 centímetros maior que o Adilsinho.

Tatiane disse: olha amor, ele é bem menor que o seu pau.

Adilsinho se sentiu tão humilhado, como nunca em sua vida.

Tatiane colocou-o em seu peito e depois o deitou em seu ventre fazendo carinho e chamando de “meu homenzinho”, enquanto Gustavo sorria da situação do pequeninho.

Tatiane disse: deixa eu por ele pra dormir.

Tatiane preparou uns paninhos encima do criado mudo e colocou o pequenino deitadinho.

Gustavo apagou a luz e os três foram dormir. Adilsinho, antes de dormir refletiu sobre tudo o que havia ocorrido e sobre o mundo gigante em que viveria.

Tatiane e Gustavo até hoje cuidam do Adilsinho. Ele ainda não conseguiu encontrar o antídoto. O casal gostou tanto dele pequeno que sempre perguntam se caso ele encontrar o antídoto, se ele não quer continuar pequeno, pois eles querem cuidar dele para sempre e que assim não precisaria se preocupar muito em encontrar este antídoto.

Adilsinho chegou a conclusão que encontrar o antídoto é quase impossível, mas ainda o busca para preencher o seu tempo.

Adilsinho já se acostumou durante estes dois anos a ser pequeno, a ser pego na mão, ser tratado como criança, inclusive na forma como o casal fala com ele, como quem fala com um bebezinho.

Apesar de não ter a liberdade de poder ir onde quiser, de poder fazer as coisa que fazia antes, Adilsinho via pelo lado bom da coisa. Que não mais precisaria trabalhar ou pagar as contas, não precisaria se preocupar com nada e viveria sempre assim, sendo um pequenininho mimado por um casal que o adora.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Feliz Dia dos Namorados



terça-feira, 9 de junho de 2009

Nana Paradise

Com certeza esse Blog jamais estaria completo se no mínimo não pronunciássemos uma vez o nome dessa moça. Nana Paradise é uma curitibana que nos encanta não só por seus lindos pés mas também por se mostrar uma pessoa totalmente centrada no que acredita e a faz feliz, de mente aberta e inteligente. Suas fotos e vídeos podem ser encontrados com grande fartura na internet, como alguns exemplos abaixo... claro que escolher apenas alguns deles é uma tarefa um tanto quanto ingrata, mas para nossa sorte há muito mais deles disponíveis para quem quiser se deliciar.

http://www.youtube.com/watch?v=zH5E84wrfuE
http://www.youtube.com/watch?v=wxzwOCbkoSc&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=wj0gdlHGJ_M&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=y_wDGynmARs


Mas para nós pequeninos, Nana Paradise é ainda mais especial... Para termos certeza disso, basta apenas um clique no seu blog http://nanaparadisee.blogspot.com/2007/08/os-pequenininhos.html, ou no seu site http://www.nanaparadise.com.br/minis/index.html, para sabermos o porque de tal afirmação. No texto postado em seu Blog, Nana Paradise nos conta a origem de sua vontade de ter pequeninos homens a sua disposição, de como nos trataria e como se divertiria as nossas custas. Como ela mesmo descreve em seu texto... "Realmente perfeito, se fosse possível". Ahh... mas as coisas ainda não param por aí... o conto escrito por nossa Rainha que encontra um pequenino que cabe na palma de sua mão é simplesmente fantástico... primeiro narrando na perspectiva dela e depois na visão do pobre homenzinho.

Alguém ainda tem alguma dúvida que Nana Paradise é a verdadeira Dona de todos nós pequeninos ??

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Giantess - Maria Mazza









Vejam a abertura deste programa de entrevistas com a lindíssima atriz italiana Maria Mazza. Realmente ela é um mulherão !!!

http://www.youtube.com/watch?v=Nc88WSiOC7c
http://www.youtube.com/watch?v=TQmU1GtIJuo&feature=related

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Giantess Comic - Palmadas

Colagens da Internet

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Giantess Video - Holly and Fearne go dating










video

Video - Holly and Fearne go dating (o difícil é escolher entre essas duas Gigantas)

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Os Prazeres de Patrícia

Este foi o primeiro conto de Giantess que eu me atrevi a escrever...rs. Ela pode ser um velho conhecido de alguns por aqui, uma vez que foi postada no Blog das Mulheres Malvadas a alguns anos atrás. Na época eu utilizava o apelido de Microh e a enviei para ser postada lá. Espero que aqueles que já a viram tenham gostado e que aqueles que não a conhecem possam curtir um pouco.
OS PRAZERES DE PATRÍCIA
Naquele dia eu acordei achando que seria um dia como outro qualquer. Mal sabia eu as surpresas que estavam reservadas para mim....
Tudo mudaria de forma drástica em minha vida. Depois de muita insistência de minha parte, eu finalmente havia conseguido marcar um encontro com a garota dos meus sonhos. Seu nome era Patrícia, e ela era realmente linda (uma jovem de 23 anos que possuía longos cabelos castanhos, um lindo rostinho com uma boca deliciosa, seios volumosos e um corpinho de fazer inveja a qualquer mulher).
Saímos para beber e dançar naquela noite. Ela estava maravilhosa com um vestidinho de seda preto com uma abertura que mostrava suas lindas pernas muito bem torneadas e sandálias de salto alto. Nós nos divertimos muito e depois ela me levou para o seu apartamento. Eu não podia acreditar no que estava acontecendo. Eu imaginava – Puxa, eu sou o cara mais sortudo do mundo!!
Ao chegarmos ela logo serviu um drinque para nós dois. Eu estava tão nervoso que bebi rapidamente e mal percebi o gosto amargo daquela bebida. Logo eu comecei a me sentir meio estranho, não conseguia mais sentir o chão abaixo dos meus pés e a sala começou a rodar... O que me fez cair e desmaiar ali mesmo.
Depois de alguns minutos a minha consciência voltava e eu senti um frio no meu corpo. Também pudera eu estava sem as minhas roupas e deitado no chão. Meio zonzo eu abri os meus olhos e não acreditei no que eu vi na minha frente. Eu via a imagem da Patrícia enorme, uma giganta de mais de 20 metros que sorria para mim e caminhava em minha direção.
Entrei em pânico ao ver aqueles enormes pés calçados com aquelas sandálias caminhando em minha direção, mas não conseguia me levantar e fugir ainda devido ao efeito da bebida, então só me restava gritar de pavor. Ela parou bem de frente para mim e disse:
- Como você se sente agora pequenino ?
- O que aconteceu com você Patrícia? Como você cresceu desse jeito?
- Ora, você ainda não percebeu? Não fui eu que cresci, foi você que encolheu. Eu coloquei uma poção de encolher na sua bebida. Agora você não deve ter mais que 15 cm.
- Como você conseguiu esta poção? Eu exijo que você pare com essa brincadeira e me faça voltar ao meu tamanho normal agora mesmo!!
- A poção eu descobri depois de muitas pesquisas no laboratório de minha empresa. Ela ainda não está pronta, pois só tínhamos testado em animais. Você meu pequenino, é o primeiro homem a ser encolhido!! Não se sente honrado? Mas que história é essa de exigir? Eu acho que você não está em posição de exigir nada, não é mesmo?
A partir daquele momento eu percebi que realmente tinha falado uma grande besteira, pois olhei para os lados e vi que eu estava caído no chão entre os seus enormes pés. Ela poderia facilmente levantar um deles e me esmagar como se eu fosse um inseto.
- O que você pretende fazer comigo?
- Nem tente imaginar meu escravinho. Agora você é o meu brinquedinho sexual entendeu? Irá existir somente enquanto eu sentir prazer em brincar com você, por isso não me desaponte! Lembre-se que sua vida depende disso.
Eu senti um enorme calafrio, mas o que eu poderia fazer a não ser concordar com tudo o que ela havia dito. Ela realmente tinha total controle da situação. Ela realmente me tinha na palma da sua mão.
- Eu estou muito cansada. Dançar com você foi divertido mas fez os meus pés ficarem doloridos. Tire as minhas sandálias escravinho e massageie os meus pés.
- Sim Senhora.... (com muita dificuldade eu tive que usar toda a minha força para abrir o fecho das sandálias e tirar as enormes tiras de couro que prendiam elas. Exausto, eu tirei as duas sandálias e coloquei-as de lado deixando aqueles lindos pés descalços).
- Muito bem escravinho. Agora comece a massageá-los... rápido!!
- Sim minha Senhora.... (rapidamente eu comecei a massageá-los, começando pelos dedos. Eu tinha que usar de muita força para que ela pudesse sentir alguma coisa, e não se zangasse comigo. Eu estava morrendo de medo, mas ao mesmo tempo, tudo aquilo me deixava tremendamente excitado, pois eu adorava pés femininos e os da Patrícia eram simplesmente lindos, com dedos em escadinha, as unhas pintadas com esmalte vermelho e pele macia muito bem cuidada. Quando eu poderia imaginar que teria aqueles pés ao meu alcance, quanto mais que eles teriam agora o tamanho de um carro para mim!).
- Humm.... muito bem meu escravinho. Estou gostando de ver. Continue a massagear os pés de sua Dona...
- Sim Senhora.... eu irei fazer tudo o que mandar. Respondi com uma voz trêmula. (eu comecei a beijar entre os seus dedos e a esfregar o meu corpo em sua sola macia, o que fazia com que meu pênis ficasse duro como uma pedra. Eu subi então sobre os pés de minha dona e beijei desde o seu calcanhar até o seu tornozelo).
- Muito bem.... já chega de lamber os meus pés escravinho. Venha aqui... (Patrícia então se agachou e me pegou com sua enorme mão, como se eu fosse um bonequinho. Eu estava na palma de sua mão, quente e macia e me segurando nos seus dedos para não cair. Ela me segurou entre os seus dedos e abriu as minhas pequenas pernas para que pudesse ver o meu pênis ereto e excitado. Para mim ele estava enorme, mas para Patrícia agora ele era insignificante, como todo o resto de mim. Com os dois dedos de sua outra mão ela pegou no meu pênis, e começou a brincar com ele, mexendo delicadamente para não esmaga-lo. Aquilo me deixava louco e me fazia tremer de tesão na sua mão. Eu apertava os seus enormes dedos, que pareciam enormes pilares para mim. Então ela me levantou até a altura de sua boca e eu vi a sua língua enorme e molhada vindo em minha direção. Eu estava tão pequeno que ela lambia todo o meu corpo com apenas uma passada de sua língua. Eu tinha que realmente tomar cuidado agora e me segurar firme para não ser levado para dentro de sua boca, pois aquilo poderia significar o meu fim, mas estava realmente difícil agüentar tudo aquilo lambendo por entre as minhas pequenas pernas.)
- Está gostando meu brinquedinho? Agora é a sua vez! (Patrícia então tirou o seu vestido, deixando que ele caísse pelo seu corpo e deitou-se na cama. Aquele enorme corpo com seios titânicos e pele bronzeada era realmente de deixar qualquer um louco. Ela me colocou sobre os seus seios e eu comecei a chupar e a mordiscar com os meus pequenos dentes os seus bicos. Eu apertava aquela maravilha com as minhas duas mãos e beijava com todo o prazer. Isso mesmo, continue vá caminhando pelo meu corpo.... (Eu sentia o seu enorme corpo tremer conforme eu andava por ele. Creio que ela sentia cócegas como se um inseto estivesse se mexendo pela sua barriga. Aos poucos eu alcançava a altura de sua vagina, mas tive que atravessar primeiro os pêlos que pareciam uma grande floresta para mim. Eu me agarrei neles para que pudesse descer com cuidado até aquela visão magnífica. A vagina de Patrícia estava enorme e molhada, pulsando de tesão. Eu podia sentir seu forte odor, quente e me chamando para que entrasse dentro dela, mas o medo fez com que eu ficasse paralisado em frente, o que fez com que ela tomasse a iniciativa).
- O que você está esperando escravinho? Me dê prazer agora!! (Ela me empurrou com os seus dedos, esfregando o meu pequeno corpo em sua vagina molhada. Eu a abracei e chupava o máximo que podia, escorregando e me lambuzando todo. Seus dedos me pressionavam cada vez mais para dentro de sua vagina, como se eu não passasse de um brinquedinho, o que na realidade era toda a verdade naquele momento. Meu corpo foi entrando e eu me sentia totalmente sufocado dentro daquele enorme túnel quente, seus músculos me apertando e quase quebrando todos os ossos de meu corpo. Era um misto de dor e prazer que eu jamais imaginaria sentir em minha vida). Patrícia tremia e sentia os meus braços se mexendo dentro dela, o que lhe provocava mais tesão. Ela sussurrava e gemia de prazer, sentindo aquele homenzinho dentro dela, desesperado e se debatendo com as suas pequenas pernas , balançado do lado de fora. Logo depois ela gritou e eu pude sentir que ela havia atingido o orgasmo, fazendo assim que eu quase me afogasse dentro dela. Meu corpo estava todo dolorido, e eu já não tinha mais forças para me mexer. Foi então que ela me retirou delicadamente de dentro dela, utilizando apenas a ponta de seus dedos. Eu estava todo sujo e melado na palma da mão da mulher que eu sempre sonhei ter ao meu lado. Ela então me olhou com desdém e disse:
- Ora o que aconteceu com o meu brinquedinho? Parece que ele está quebrado... Assim ele não me serve para mais nada!!
- Não por favor... eu estou bem. Só preciso de um tempo para me recuperar. (Aquilo era uma tremenda mentira.... Meu corpo doía como nunca e eu mal tinha forças para falar....)
- Desculpe, mas eu não tenho mais vontade de me divertir com você. Eu não gosto de usar nada que esteja quebrado. (A mão de Patrícia me apertava. Eu sentia os seus dedos me pressionando e esmagando os meu ossos...)
- Não, por favor.... você está me esmagando.... eu faço tudo o que a senhora mandar.... A senhora não vai querer me matar. Eu tenho mais utilidade vivo.... por favor.... (eu implorava). Aquilo fez com que o rosto de Patrícia sorrisse e soltasse uma risada.
- Você acha realmente que eu me importo com a sua vida? Eu posso encolher quantos homens eu quiser. Aliás eu já até escolhi a minha próxima vítima. Você só me serviu para satisfazer hoje. Agora eu não preciso mais de você. (Na verdade, era aquilo que realmente excitava Patrícia. A sensação de poder, de ser uma giganta que tinha a minha vida sendo implorada na palma de sua mão. Ela poderia ter qualquer homem aos seus pés agora, realizando todas as suas fantasias, e implorando depois para não serem esmagados).
- Bem agora já chega!! Sinta se honrado em ter me servido homenzinho. (Ela então me colocou no chão e levantou o seu enorme pé direito sobre mim. Eu apenas chorava e gritava por misericórdia ao ver a sola se abaixando lentamente sobre mim... até sentir sua pele macia me pressionando e me esmagando totalmente como um pequeno inseto).
Logo o que restou de minha existência não passava de um borro vermelho no chão e na sola dos lindos pés de Patrícia. A deusa giganta que eu tive a infelicidade (ou será felicidade) de conhecer.

FIM

terça-feira, 26 de maio de 2009

Mosaico - Giantess Domination

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Colagens da Internet

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Mosaico - Videos de Giantess


Mais alguns videos de Giantess que já viraram clássicos na internet e que eu adoro.

Comic - Recruta Zero

Giantess Video - Saturn Electronics

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Comercial de aparelhos eletrônicos - Saturn Electronics

Pequeno Escravo

sábado, 9 de maio de 2009

Japonesa Giganta

É impossível não se apaixonar por essa Giganta. Esses vídeos são velhos conhecidos nossos na internet, mas eu não me canso de ver eles.

http://www.dailymotion.com/relevance/search/giantess+sexy/video/x7s94n_star044300kwmv_sexy

http://www.dailymotion.com/relevance/search/giantess+sexy/video/x7s944_mimiyuiwmv_sexy
http://www.dailymotion.com/relevance/search/giantess+sexy/video/x7s91j_mimip2pbreastpov_sexy
http://www.dailymotion.com/relevance/search/giantess+sexy/video/x3uakm_kaho_sexy

http://www.uniquepeek.com/viewpage.php?page_id=982

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segunda-feira, 20 de abril de 2009

Giantess Video - I dream of Jeannie

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Video do seriado Jeannie é um gênio. Nesta cena nos vemos os apuros de um pequenino Major Nelson com a irmã da Jeannie.

Comic - Miscalculation

sábado, 18 de abril de 2009

Giantess Video

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Como eu gostaria de fazer parte da coleção dessa Giganta.

(Comercial - Terra / roupas e calçados)

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Amores de Denise

Parte V - Vingança
Uma fina chuva caia naquela noite quando um carro parou em frente a casa. Logo a porta se abriu e um linda moça de cabelos dourados empinando um guarda chuva saiu de dentro dele. Vestindo um curto vestidinho azul, ela se encaminhou em direção a porta rapidamente estranhando o silêncio e sentindo a falta do carro de seu amado que não se encontrava estacionado por perto. Ao tocar a campainha Cris não via movimento algum no interior da casa, procurando olhar por entre as cortinas semi-abertas da janela da sala.
- Que estranho será que David não está ? - pensava Cris que insistentemente continuava a tocar a campainha sem nenhum tipo de resposta. Subitamente ela mexeu na maçaneta e a porta se abriu. Achou estranho David ter saido e esquecido de fechar a porta. Lentamente ela entrou na sala que se encontrava com as luzes acesas a procura de seu amado. Chamou David por duas vezes enquanto caminhava para dentro da casa quando avistou algo no chão. Eram pétalas de rosas que formavam uma espécie de trilha com um bilhete escrito: - Siga a trilha meu amor, tenho uma surpresa para você no final, assinado: "D". Cris achou aquilo tão romântico que somente um homem como David seria capaz de imaginar algo parecido.

Ela seguiu a trilha que descia por uma escada que a levava até o laboratório que seu amado tanto trabalhava. As luzes estavam acesas mas David não se encontrava lá. No fim da trilha em um canto do imenso laboratório, ela encontrou um novo bilhete que dizia: - SURPRESA !! Esta vai ser uma noite inesquecível !! Eu prometo !! Assinado: "D". Cris não imaginava o que aquilo queria dizer quando uma luz azul envolveu o seu corpo. Logo sentiu um calor e sua cabeça começou a girar. Ela tentou se segurar em algo para que não caisse no chão, mas logo os seus olhos foram se fechando e uma escuridão tomou conta da sala.

Após alguns minutos Cris recobrou a consciência e seus olhos foram se abrindo lentamente. Ainda zonza ela foi se levantando e estranhou o seu redor. Imaginava que algo estava errado, mas provavelmente fosse porque havia desmaiado pouco antes e coçou os olhos como que não entendesse o que estava acontecendo. Com os olhos arregalados ela não acreditava no que estava vendo. Tudo havia ficado maior. Como isso seria possível ?? Assustada e com a boca aberta ela olhava fixamente cada objeto ao seu redor até se virar de costas e dar um enorme grito. Desesperada e gritanto, Cris caiu no chão e viu uma gigantesca mulher parada olhando fixamente para ela.

- Olá Cris, como você se sente ?? - perguntou Denise com um leve sorriso na boca.
- Quem é você ?? Como sabe o meu nome ?? - perguntou Cris assustada aos pés de Denise.

- Ah... eu sei tudo sobre você !! O meu nome é Denise e eu sou... ou melhor eu era a namorada do David a mais de um ano quando você começou a sair com ele.

- Namorada do David ?? Como assim ?? O que você fez comigo sua vaca ?? - gritava desesperada Cris.

- O que eu fiz com você ?? Acho que não é tão difícil de perceber não é mesmo ?? Eu usei o miniaturizador do seu amado David e reduzi você ao tamanho ideal... - respondeu uma Denise adorando a situação.

- Sua puta !!! Você não pode fazer isso comigo !!! Me faça voltar ao normal agora !!

- Fazer você voltar ao normal ?? Me dê um bom motivo para que eu faça isso !! Aliás você deveria me agradecer, afinal eu a reduzi somente ao tamanho de um bebê minha pequena criança. - respondeu Denise com um sorriso no canto da boca. Realmente Cris não deveria ter mais do que 40cm de altura neste momento, ficando abaixo do joelho da giganta.

- Você não pode fazer isso comigo sua vaca !!! Me faça ficar grande de novo !!!

- Ora ora, mas que criança mais mal educada !! Acho que você precisa de uma lição para aprender a não ter a boca tão suja e a respeitar as pessoas !!! - falou uma Denise se abaixando e agarrando a pequena Cris com as suas duas mãos. Ela a levantou facilmente como se fosse um bebezinho, enquanto desesperada, Cris se debatia e chorava como um. Denise caminhou em direção a uma cadeira no centro da sala, sentou-se e posicionou a pequenina virada de costas em sua coxa. Com a ponta dos dedos ela levantou o minúsculo vestido de Cris e começou a lhe dar palmadas na bundinha.

- AAAiiiii !!!!! Sua desgraçada !!!! Você não pode fazer isso comigo !!!! AAAiiiii !!!! - gritava e chorava uma desesperada Cris pela dor e ódio que sentia.

- Você vai aprender a me respeitar agora moçinha !!! Está doendo ??? Pois eu só vou parar depois que você me pedir perdão e falar que vai fazer tudo o que eu mandar !! Está entendendo ?? - respondeu Denise, enquanto continuava a bater em Cris com cada vez mais força e raiva pela petulância daquela pequena criatura em sua coxa que se recusava a ceder. Os enormes dedos de sua mão marcavam a bundinha de Cris com um vermelho cada vez mais forte.

- Pare !!! AAAAiiii !!!!! Você não pode fazer isso sua puta !!!!! - continuava a gritar. Aquela tortura continuou por vários minutos, uma vez que Cris se recusava a pedir perdão. Mas a dor era tão grande que em um determinado momento a pequenina teve que ceder.

- Pare !!! Por favor !!!! Pare... eu imploro !!! - chorava uma Cris toda marcada.

- O que foi que você disse ?? Fale mais alto porque eu não escutei !!! - perguntou Denise dando um último tapa ainda mais forte.

- Eu peço perdão !!! Mas por favor pare !!! Eu não aguento mais... vou fazer tudo o que mandar !!! Pare... - implorou uma Cris chorando de dor como um pequeno bebê.

- Assim está melhor !!! Agora sim parece uma criança educada !!! - disse Denise retirando a pequenina de sua coxa e a jogando no chão aos seus pés. Cris estava tão machucada que as enormes manchas vermelhas provocadas pelos gigantescos dedos de Denise em sua bundinha já se confundiam com um pouco de sangue. Fraca e dolorida, ela não conseguia ficar de pé, ajoelhando-se diante daqueles enormes pés calçados em sandálias de salto que deixavam aqueles dedos perfeitos a mostra.

- Muito bem !!! Agora rasteje-se até os meus pés e começe a beijá-los minha pequena criança !! - ordenou Denise olhando fixamente para aquela mulherzinha no chão.

- Por favor me perdoe... eu não sabia que o David tinha uma namorada !! Se eu soubesse jamais teria aceitado sair com ele... por favor me faça voltar ao normal... - implorava Cris.

- CALE A BOCA !!!! EU NÃO QUERO OUVIR MAIS NENHUMA PALAVRA SUA !!! VAI ME OBDECER OU QUER APANHAR NOVAMENTE ??? - gritou ferozmente Denise.

- Não por favor não me bata mais... - murmurou a pobre Cris, rastejando-se em direção aos enormes pés de Denise e beijando-os. Enquanto ela os beijava e passava sua pequena língua entre os gigantescos dedos, não conseguia parar de pensar no que teria acontecido com David. Aquilo tudo era culpa dele... se ele não a tivesse enganado aquilo tudo não estaria acontecendo. Denise observava com enorme felicidade aquela pequenina figura se humilhando aos seus pés. O ódio que sentiu pela sua rival após ter descoberto a traição estava sendo recompensado naquele momento. Durante quase uma hora Cris beijou e lambeu os pés de Denise que se sentia nas nuvens.

- Está bem... pode parar agora minha pequena criança !!! - ordenou Denise olhando impiedosamente para pobre Cris.

- Sabe eu até acredito que você também tenha sido enganada por aquele vermezinho do David... mas, agora é tarde para lamentações não é mesmo ?? - sorriu Denise.

- Mas saiba que eu não sou tão cruel assim... se você se comportar e fizer direitinho tudo o que eu mandar, eu lhe darei um presente para se divertir durante esta maravilhosa noite !! - disse Denise.

- Um presente ?? Como assim ?? - perguntou curiosa a pequena Cris caida aos pés de Denise.

- Levante-se e observe !!! - disse Denise levantando calmamente a barra de sua calça com ponta dos dedos. Lentamente ela descobriu o seu maravilhoso tornozelo direito e os olhos de Cris se arregararam e brilharam com o que viram. Ela não conseguia acreditar na imagem que se formava diante de seus olhos. Lá estava o minúsculo David, acorrentado pelos bracinhos no tornozelo de Denise como se fosse um pequeno pingente.

- Como ele é pequeno !!! É ainda menor do que eu !!! - imaginava Cris olhando o pobrezinho do David que a encarava assustado e com os olhos cheio de lágrimas como que pedindo ajuda.

- Aproxime-se minha pequena criança !!! Quero que você abra as correntes e retire esse vermezinho do meu tornozelo !! - ordenou Denise com um leve sorriso no canto da boca, ao ver a imagem de Cris se aproximando e pegando o pequenino homem com as mãos. Cris o retirou e o segurou no alto encarando-o inicialmente com curiosidade e depois com raiva.

- Tudo isso é culpa sua David !!! Como pode me enganar ?? Veja só a situação que você me meteu !!! - falou uma Cris cheia de ódio, apertando o pequenino em suas mãos.

- Por favor Cris... me perdoe... eu não queria que nada disso acontecesse... - implorava David sentindo os grandes dedos de sua amada pressionando cada vez mais o seu frágil corpo. Com enorme medo David pedia perdão para Cris, uma vez que sabia o ódio que ela deveria estar sentindo por ele naquele momento. Acorrentado no torzonelo de Denise, ele havia escutado todo o sofrimento que Cris havia passado algumas horas antes e se ela resolvesse descontar nele, ele estaria perdido, uma vez que mesmo tendo sido encolhida, Cris ainda poderia ser considerada uma verdadeira giganta em relação a ele.

- Perdoar ?? Você tem idéia do que você está falando seu verme ?? Eu vou te esmagar com as minhas próprias mãos !!! - falou ferozmente Cris.

- JÁ CHEGA !!!! - interrompeu Denise com um olhar de reprovação para Cris.
- Eu disse que se você se comportasse bem, eu lhe daria o presente... Você ainda deve me mostrar que é merecedora dele, entendeu ??

- Me desculpe... é que a minha raiva é tão grande que eu não consigo me controlar... - respondeu Cris encarando o homenzinho em suas mãos.

- Eu sei como se sente minha pequena criança... mas tenha paciência. Eu tenho algumas tarefas para vocês dois meus pequeninos servos !! A primeira tarefa de vocês será massagear e adorar os pés de sua Dona. - disse Denise enquanto retirava suas sandálias.

- Se você minha pequena criança se sair melhor nas tarefas do que o vermezinho, poderá quem sabe, ficar com ele e se divertir muito esta noite... Já você homenzinho, acho bom se esforçar muito mais do que tem feito até hoje, porque caso contrário, eu não sei se você vai sobreviver até o amanhecer entendeu ?? Agora começem !! - sorriu Denise.
Rapidamente Cris jogou o pequenino David no chão e correu para começar a massagear o enorme pé direito de Denise, beijando e lambendo cada fresta de seus dedos. Como era maior do que David, ela tinha mais facilidade com suas mãos que podiam alcançar até o tornozelo da giganta e a cada passada de sua pequena língua nos pés, Denise podia sentir um enorme prazer. Já o pobre David, era tão pequeno que tinha que inicialmente escalar o pé esquerdo de Denise, tendo o trabalho de ter que se equilibrar para não cair enquanto massageava os enormes dedos que se movimentavam propositalmente para dificultar o seu trabalho. O homenzinho se esforçava ao máximo, mas tudo era ínfimo diante do tamanho de Denise que mal sentia aquelas minúsculas mãos apertando sua sola. Denise se divertia cada vez mais diante daquela situação que durou várias horas... ver aquelas pequeninas figuras beijando e lambendo os seus pés era apenas o início de sua vingança.

- Podem parar agora !!! - ordenou Denise.

- Muito bem minha pequena criança !!! Para ser a primeira vez que você cuida dos pés de sua Dona, você foi muito bem !!! Espero que continue assim das próximas vezes. Agora já você seu vermezinho !!!! Que decepção !!! Apesar de todo o tempo que você já me serve ainda não aprendeu a cuidar dos meus pés !!! Se não serve para cuidar deles, por que eu ainda devo deixá-lo viver ?? - disse uma Denise com um olhar fulminante em David.

- Mas não é justo minha Senhora... ela muito maior do que eu... - disse David de cabeça baixa.

- O QUE FOI QUE VOCÊ DISSE ?? ESTÁ QUERENDO DIZER QUE EU SOU INJUSTA ?? - gritou Denise pisando violentamente tão perto de David que o derrubou no chão.

- Não tente justificar a sua incompetência e inutilidade para mim !!! Acho melhor você se esforçar muito mais nas próximas tarefas seu vermezinho por que eu não preciso de dois brinquedinhos entendeu ?? Apenas um de vocês continuará a me servir, entenderam ?? - disse ríspidamente Denise, visualizando o terror nos rostos de ambos mas principalmente na face de David.

- Agora a próxima tarefa de vocês será lustrar os sapatos que eu usarei amanhã para trabalhar. Denise pegou o scarpin preto que se encontrava ao lado da mesa e os calçou. Retirou então dois pedaçinhos de pano que já carregava em seu bolso e os jogou para os pequeninos servos aos seus pés.

- Vocês tem 20 minutos para deixar eles brilhando... comecem agora !! - ordenou Denise, vendo que como da primeira vez, Cris foi a primeira a sair correndo e pegar o pano para limpar o seu sapato. Ela esfregava com toda força e lambia o couro do sapato para deixar ele brilhando ao máximo. Já o pequenino David tinha que se equilibrar nos pés de Denise para poder lustrar o mesmo. Com sua minúscula língua levaria horas para poder deixar todo aquele enorme scarpin brilhando. Para limpar o salto então David tinha que ficar nas pontas dos pés uma vez que ele era menor, não conseguindo assim alcançar a base que sustentavam aqueles gigantescos pés.

Denise observava atentamente o esforço dos pequeninos que trabalhavam feito loucos. Ela acompanhava no relógio os minutos se passando e se deliciava com a situação. Após vinte minutos se passarem ela ordenou que eles parassem. Ela observou os scarpins calçados em seus pés e encarava os escravinhos que a esta altura estavam de joelhos diante dela não só por respeito mas principalmente por cansaço.
- Acho que você perdeu novamente seu vermezinho !! - disse Denise com um olhar repreendedor para David. A esta altura o pequenino já chorava de desespero imaginando o que iria lhe acontecer.
- Bom a terceira e última tarefa de vocês hoje será brincar de gata e rato. O jogo será o seguinte... você seu vermezinho tem dez minutos para se esconder no laboratório e depois disso você minha pequena criança terá quinze minutos para achá-lo e trazê-lo até mim, entendeu ?? Se você cumprir a sua tarefa dentro do prazo, acho que ambos terão uma noite muito divertida não é mesmo ?? - sorriu Denise olhando principalmente para o homenzinho que não conseguia mais esconder o desespero. Cris o encarava como se fosse uma verdadeira gata prestes a devorar sua presa.
- Começe a correr pequenino !!! Mas um último aviso a ambos... não adianta tentarem fugir de mim... eu já providenciei para que qualquer passagem para alguém do tamanho de vocês estejam bloqueadas nesta sala, entenderam ??
Ambos balançaram a cabeça de forma afirmativa e David saiu correndo o mais rápido que podia em direção aos equipamentos do laborátorio. Enquanto isso Denise se abaixou e pegou a pequena Cris com as suas mãos, colocando-a em cima de seu colo, acariciando os seus cabelos. A giganta passava a ponta de seus enormes dedos no pequenino corpo de Cris, mexendo em seus minúsculos seios, descendo pela sua barriguinha e abrindo suas pequenas pernas. Levantou então o seu vestidinho e puxou com a pontinha dos dedos cuidadosamente a calcinha de sua boneca. Erguendo-a até a altura de sua boca ela começou a passar sua enorme língua, enquanto a pequenina balançava as perninhas no ar, agarrando-se com toda força que tinha, nos dedos da giganta. Cris gemia de prazer e sabia que de nada adiantaria resistir as vontades de Denise que a segurava firmemente como se fosse um brinquedo.
- Isso mesmo... não adianta resistir. Está gostando sua putinha ?? Agora você é minha... - falava Denise com uma voz doce mas firme ao mesmo tempo, enquanto passava o seu enorme dedo entre as pequeninas pernas de Cris e mordiscava levemente suas coxas e bundinha. Logo ela sentiu a bonequinha em sua mão tremer e gemer de prazer e a ponta do seu dedo se molhar. Com sua enorme boca, Denise passou os seus gigantescos lábios e língua na pequena Cris sugando todo o seu orgasmo que escorria pelas pernas.
- Gostou sua vadiazinha ?? Agora vá !!! Corra e me traga aquele vermezinho !!! - falou Denise enquanto colocava a mulherzinha em suas mãos no chão.
Cris saiu então em busca do seu ex-amado em direção aos móveis do laboratório. Procurou por todos os cantos e em cada fresta que pudesse servir de esconderijo para alguém do tamanico de David. Enquanto procurava Cris ficava imaginando em como faria para sair daquela situação. A partir de agora ela não passaria de um brinquedinho novo para Denise, e com certeza seria abusada e humilhada a todo o momento. Mas se algo servia de consolo era de que a situação de David era muito pior. Com o minúsculo tamanho que ele tinha agora, ele certamente sofreria muito mais do que ela, e ficava imaginando o que faria para se vingar quando o encontrasse e o tivesse em suas mãos. Os minutos foram se passando e Cris já começava a ficar impaciente em não achar o vermezinho. Caminhando atrás dos enormes equipamentos na sala, ela então escutou uma leve respiração e um soluço como se fosse um choro sendo segurado na garganta. Olhou em volta e para o alto e finalmente achou o que tanto procurava. Lá estava o homenzinho pendurando em alguns fios coloridos no alto, com os olhos cerrados de medo, como que aquilo pudesse evitar que a enorme Cris o achasse.
- Ah... ai está você seu vermezinho !!! Sabia que eu ia te achar !!! Desça já aqui para o seu próprio bem !! - ordenou Cris.
- Por favor Cris... não faça isso comigo... não me entregue para aquela louca da Denise !! Ela vai nos matar !!! - implorava o homenzinho com lágrimas no rosto. Cris então chacoalhou os fios fazendo o pequenino balançar de uma lado para o outro até que cair no chão diante de seus pés. Ela então se abaixou e o pegou com uma das mãos tão fácil como que se estivesse levantando uma bolsa. Segurando firmemente, ela admirava aquele pequenino em sua mão tremendo de medo e implorando por perdão.
- Você é um desgraçado David !! Tudo o que estou passando é culpa sua... mas logo logo você vai receber o troco !! - disse Cris com grande ódio no rosto enquanto caminhava novamente para fora em direção a Denise que apenas contemplava com um sorriso aquela imagem da pequena Cris trazendo o homenzinho em suas mãos. Logo ela parou diante dos pés da giganta e levantou o pobre David no alto mostrando que havia cumprido a tarefa. Denise então abaixou a sua enorme mão aberta e Cris depositou o pequenino que foi levado até a altura do rosto.
- Ah... pobre David, você não conseguiu se esconder da sua amada então ?? Olhe só para você seu vermezinho, tremendo, chorando e implorando na palma da minha mão. Que tipo de homem é você ?? Olhe só para essa coisinha ridícula entre as suas pernas ?? Não passa de um vermezinho mesmo... eu teria mais pena de esmagar um do que tenho de esmagar você agora com os meus dedos !! - humilhava Denise olhando fixamente aquele pobrezinho na palma de sua mão. David chorava desesperado implorando por sua vida, enquanto Cris apenas observava com extremo prazer tudo aquilo que ele estava passando. Denise então o pegou com a ponta dos dedos e o balançou no ar e viu os olhos de Cris brilharem como o de uma criança quando ganha um brinquedo novo conforme foi abaixando o pequenino em direção a ela.
- Pegue minha pequena criança... você mereceu ganhar o seu brinquedinho. Espero que ele tenha mais utilidade para você do que teve para mim até hoje. - disse Denise sorrindo enquanto entregava o vermezinho nas mãos de Cris. Então Denise se virou e pegou uma grande caixa de acrílico com pequenos buracos no teto que se encontrava escondida no canto da sala. Ela colocou a mesma sobre os seus pequeninos servos que apenas observavam a estrutura de plástico se fechando. Propositalmente a caixa era pesada e resistente o suficiente para mander Cris presa e os buracos para respirar altos o suficiente para impedir que David fugisse. Denise se abaixou uma última vez e admirou por alguns segundos os seus brinquedinhos presos no centro do laboratório.
- Boa noite para vocês... espero que se divirtam... principalmente você vermezinho. - disse sorrindo para o minúsculo David. Então ela se levantou e saiu caminhando em direção a porta. O chão parecia tremer conforme os seus pés tocavam o chão, hipnotizando os olhares de seus escravos até a giganta sair e fechar a porta.
- Muito bem... agora somos só nos dois David !!! Quem é que manda aqui agora ?? - falou Cris jogando o homenzinho aos seus pés. David se rastejou como que tentando escapar, mas logo sua cabeça foi pressionada por aquele enorme pé calçado com sandálias de salto que o esmagavam no chão.
- Por favor Cris, não me esmague... você vai me matar... por favor... - implorava David com enorme dor. Cris então se abaixou e pegou a pequenina cabeça de David com uma das mãos apertando-a com os seus grandes dedos como se estivesse espremendo um limão.
- O que acha David ?? Está gostando ?? Eu poderia esmagar a sua cabeçinha apertando um pouco mais os meus dedos !!! Tem idéia do que você fez ?? Realmente agora você tem o tamanho que merece seu verme... eu vou esmagar você só com uma das minhas mãos !! - continuava a apertar cada vez mais sem piedade aquela enorme mulher. Cris apertou a cabeçinha de David por vários minutos levantando-o no ar e balançando como se fosse um bonequinho. Já quase sem respirar ela o jogou novamente no chão e se ajoelhou sobre o homenzinho.
- Olhe só para essa coisinha David !! Como é minúsculo !!! Você não é capaz mais de me dar prazer não é mesmo ?? Bom... se você não é mais capaz de me dar prazer como um homem quem sabe não possa me dar prazer como uma mulherzinha ?? - sorriu Cris virando o homenzinho de costas no chão e segurando-o com apenas uma das mãos.
- Por favor Cris... não faça isso... eu imploro - murmurava o pequenino sem fôlego. Sem dar ouvidos as súplicas de David, Cris introduziu o seu enorme dedo no ânus do homenzinho. Com dificuldade devido ao reduzido tamanho de David, Cris o violentou por diversas vezes naquela noite, guspindo e urinando em seu corpo. David gritava de dor e implorava perdão para Cris, que fazia questão que ele gemesse como uma mulher.
- Está gostando seu vermezinho... quero ouvir você gritar e gemer como uma putinha agora !!! - humilhava Cris a todo o instante se deliciando com a condição indefesa do homenzinho em suas mãos.
- Pois bem... agora você vai rastejar e beijar os meus pés como você faz para aquela vadia !! - ordenava Cris, vendo aquele minúsculo ser engatinhando aos seus pés, beijando e lambendo cada dedo rapidamente. Apesar de ter sido miniaturizada, os pés de Cris eram enormes como grandes mesas para o vermezinho que os lambia como um pequeno cachorrinho. Cris olhava com enorme desprezo e prazer aquele homenzinho aos seus pés, que fazia tudo o que ela ordenava prontamente quando as palavras saiam de sua boca. Se não fosse pelo fato de ter sido encolhida por aquela louca essa seria realmente uma noite perfeita, pensava. Ter aquele vermezinho aos seus pés, submisso, humilhado e subjulgado a excitavam de tal forma que compensavam o seu ódio.
Aquela com certeza seria uma longa noite para David, em que os minutos se tornavam intermináveis. Nunca fora tão humilhado e maltratado desde que fora encolhido no acidente. Cris o espancou, humilhou, pisou, esmagou, estrangulou, violentou e literalmente o arregaçou durante toda a noite. A sua fúria era tão grande que David imaginava que se Cris tivesse o tamanho de Denise ela certamente já o teria esmagado como um inseto a muito tempo.
Ao amanhecer Denise se levantou e se arrumou para mais um dia de trabalho. Conforme se vestia, maquiava, colocava suas finas meias de seda e calçava o seu lindo scarpin que havia sido lustrado pelos seus pequeninos escravos, não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido na noite anterior. Pensava com enorme prazer se o vermezinho do David ainda estava vivo, não conseguindo evitar em muitas vezes uma leve risada. Depois de pronta se encaminhou em direção ao laboratório e desceu as escadas lentamente. Abriu a porta e observou que ambos continuavam presos na caixa de acrílico. David encontrava-se ajoelhado e todo machucado, lambendo os enormes pés de Cris que se encontrava deitada e dormindo. Com os olhos vermelhos e semi-abertos, o rosto cheio de lágrimas e o corpo repleto de hematomas e sangue ele olhou para a imagem de Denise que se abaixou diante da enorme prisão. Mesmo diante da figura gigantesca de Denise, o homenzinho não tinha coragem de parar de passar sua pequena língua seca nos pés de Cris que o obrigou a lamber durante toda a noite, ameaçando-o caso parasse em algum momento, de voltar a espancá-lo e violentá-lo.
Denise levantou então a enorme caixa que prendia seus brinquedinhos o que fez com que Cris acordasse assustada aos gigantescos pés de Denise.
- E então ?? Se divertiram muito durante a noite ?? Acho que você ainda mais, não é seu vermezinho ?? - perguntou Denise com um sorriso no rosto.
- O que achou David ?? Gostou de passar a noite com sua amada Cris ?? Você não prefere ela a mim ?? - perguntou Denise. O homenzinho então se rastejou com enorme dificuldade em direção aos gigantescos pés de Denise e começou a beijá-los e implorar perdão e misericórdia pela sua vida.
- Mas o que é isso David ?? Ainda está se rastejando para os meus pés ?? - riu humilhantemente a giganta.
- Eu prefiro a Senhora... por favor me perdoe... - respondeu o homenzinho ofegante e sem forças aos pés de Denise. Aquilo fez com que Cris sentisse um misto de ódio, ciúmes e inveja pelo poder que Denise exercia sobre ele. Apesar de sentir tanta raiva por aquele homenzinho, ela ainda não conseguia digerir o fato dele preferir Denise. A giganta então abaixou novamente a enorme caixa de acrílico sobre Cris e com uma das mãos pegou cuidadosamente o pequenino homem aos seus pés. Caminhou em direção ao miniaturizador e apontou o canhão em direção a Cris que gritava desesperada ao ver aquilo. Com um leve toque, Denise ligou o raio que atingiu mais uma vez sua rival, envolvendo-a em uma luz azul que a reduziu novamente, agora ao mesmo tamanho que o homenzinho em sua mão. Após alguns segundos Denise partiu em direção a pequenina caixa no centro da sala e a levantou contemplando a minúscula imagem de Cris que implorava aos seus pés.
- Por favor... por que você fez isso ?? Não me mate !!! Eu fiz tudo o que mandou melhor do que ele !! Você disse que quem a servisse melhor iria viver !!! - chorava uma Cris desesperada.
- Errado !! Eu disse que apenas um de vocês iria continuar a me servir !! - sorriu Denise olhando fixamente para baixo.
- Mas tudo isso é culpa dele !!! Ele a enganou !!! Ele me enganou !!! Ele é quem deve pagar por tudo isso !! - gritava e soluçava de choro a pequenina mulher.
- Eu sei disso. Por isso mesmo ele vai continuar a viver e me servir !! Seria fácil, rápido e bom demais para ele eu acabar com esse sofrimento. Não... ele ainda vai sofrer muito em minhas mãos, até chegar o momento em que ele vai até mesmo implorar que eu o mate. Você minha pequenina Cris, como foi tão prestativa e eficiente na noite de ontem vai ter o seu sofrimento encerrado hoje. - disse uma Denise com um leve sorriso enquanto colocava o homenzinho no chão ao lado da desesperada Cris.
- Não por favor !!! Não faça isso !!! - gritava Cris, enquanto via a gigantesca imagem do pé de Denise se levantando sobre ela provocando uma enorme sombra que cobria todo o seu corpo. David assustado e machucado se rastejava o mais rápido que podia para longe de Cris para não ser esmagado junto. Lentamente Denise foi abaixando o seu enorme pé sobre aquela minúscula mulher que inutilmente se debatia, tentando se livrar da sola que esmagava o seu corpo. Aquele gigantesco scarpin que fora lustrado na noite anterior, ficou durante alguns minutos parado sobre ela que gritava e chorava copiosamente sem esmagá-la até o momento em que lentamente o seu som foi abafado e substituído por um ruído de pequenos ossos se quebrando. David olhava toda aquela cena de horror sem poder fazer nada, caido ao lado daquele enorme scarpin que esmagava sua ex-amada até o momento em que o sangue começou a escorrer por baixo dos pés da giganta. Ele então se rastejou lentamente como um verdadeiro verme até os sapato de Denise e começou a beijá-lo e lambê-lo sem parar. Apesar de dolorido e sem forças, parecia que aquela cena que acabara de acontecer havia feito ele recuperar todas as suas energias, parte por medo que o mesmo pudesse acontecer com ele e parte por ele ter realmente entendido de uma vez por todas, que Denise estaria sempre com o controle de toda a situação. Vendo aquele homenzinho totalmente indefeso, lambendo o seu pé calçado no enorme scarpin que acabara de esmagar sua ex-amada, Denise finalmente se sentiu satisfeita, completa e acima de tudo vingada.
- Isso mesmo David, continue a lamber e beijar o meu pé aí embaixo, porque esse é o seu lugar !! Você vai viver rastejando e acima de tudo me obdecendo para sempre, enquanto eu quiser que você continue vivendo. Finalmente você entendeu que você era, é e acima de tudo, sempre será meu para sempre.
FIM

sábado, 4 de abril de 2009

Ginormica


quinta-feira, 19 de março de 2009

Gigantas em Smallville


quinta-feira, 12 de março de 2009

Desenhos da Internet


Desenhos da Internet


quinta-feira, 5 de março de 2009

Colagens da Internet


Colagens da Internet


terça-feira, 3 de março de 2009

Geisha Feet

O significado da palavra geisha pode ser compreendido através de sua escrita que consiste em 2 kanji que são (gei) que significa arte e (sha) que significa pessoa ou praticante. A tradução literal para a língua portuguesa seria artista ou mesmo "entertainer".
As geishas são mulheres que estudam a tradição milenar da sedução, dança e canto. Ao contrário do que muitos leigos imaginam, elas não trabalham com sexo. Podem até a chegar a fletar, mas seus clientes sabem que jamais irá passar disso, e esse é o fato que muitos homens se encantam com a cultura de uma geisha.
No Japão a condição de uma geisha é cultural, simbólica e repleta de status, delicadeza e tradição, e como é chamado o próprio mundo que uma geisha faz parte (karyukai - que significa a flor e o mundo de salgueiro) a explicação é que uma geisha é como uma flor, bela em seu próprio estilo, e como um salgueiro, graciosa, flexível e forte.

Bela, graciosa, forte, flexível, sedutora e além do nosso alcance... são adjetivos mais do que adequados a essa maravilhosa geisha retratada nas fotos. Seu olhar, seu corpo e seus lindos pés são verdadeiras obras de arte que encantam e deixariam qualquer homem de joelhos.
Muito obrigado pela gentileza de ceder suas fotos para que possamos admirá-la e imaginá-la em nossos sonhos.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Carros Para Pequeninos

Qual pequenino não gostaria de ter
um desses modelos abaixo ??










terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Fúria

O que poderia fazer um pequenino escravo diante da fúria de sua amada Rainha ?? Com certeza devido ao seu diminuto tamanho não restaria muitas opções.

Se ajoelhar, implorar por sua vida, tentar de todas as formas agradá-la para conseguir o seu perdão seria o mínimo que poderia passar pelas nossas minúsculas cabeças em tal momento.

Mas todos podemos imaginar o quanto é díficil conter a fúria, o rancor e a raiva de uma mulher quando ela deseja vingança. Imaginem ainda se essa mulher virar todos esses sentimentos contra um homenzinho que cabe na palma de sua mão, ou que poderia ser esmagado por seus maravilhosos pés como um inseto rastejante ??

Com certeza o nosso pequenino David não terá dias fáceis de agora em diante.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Amores de Denise

Parte IV - Lições

As coisas seriam bem diferentes de agora em diante !! Era o que Denise pensava enquanto olhava o pequeno David lambendo a ponta do seu scarpin como havia ordenado. A imagem daquele pequenino homem subjulgado aos seus pés, assustado e morrendo de medo era o que tinha sobrado do grande amor que Denise imaginava existir em David. Aliás amor que com os últimos acontecimentos se tornou em ódio por ter sido vítima novamente de uma traição... uma traição justamente daquele homem que ela havia confiado e cuidado nos momentos mais difíceis.
- Ah... David, como você pode realmente fazer isso comigo ?? - pensava Denise... Mas para o seu azar agora você não tem mais que 10cm de tamanho e com certeza eu irei mostrar o seu devido lugar.
Apesar de triste e magoada como quando Jimmy a havia traído, Denise desta vez sentia algo diferente dentro de si... e ela sabia muito bem o que era. Na primeira vez que sentiu não teve muita certeza e com o tempo quando imaginava certas situações Denise se repreendia e tentava esquecer envergonhada por sentir algo desse tipo. Mas a sensação era agradável e boa... e agora podia sentir ao extremo e sem pudor algum. Ver David daquela forma, inferior não só no tamanho mas psicologicamente diante dela fazia com que aquele sentimento se tornasse embriagante. Era a sensação de poder, prazer e dominação. Saber que ela poderia fazer o que bem entendesse com aquele ser que apesar de não parecer, mas que na verdade era um homem, era algo fantástico !! Jamais havia passado pela sua cabeça ter tamanho poder.

Denise pensava também o que faria com David agora. Olhava a casinha que havia destruído e imaginava como tinha feito aquilo. Ela que sempre tinha sido uma pessoa calma, passiva e racional, deixou-se levar pela emoção ao extremo. Agora precisava achar um lugar para colocar David para dormir e assegurar-se que ele não tentaria fugir, o que com certeza era a coisa mais óbvia que ele estaria pensando.

Denise se abaixou e pegou o pequeno David que ainda estava lambendo os seus sapatos como havia ordenado. Ele assustado tentou se defender dos enormes dedos que envolviam o seu corpo, mas logo percebeu que era inútil. David era tão leve e frágil que Denise se divertia ao segurá-lo na mão... podia sentir o seu pequenino coração palpitando com uma velocidade incrível e sua respiração acelerada. Era como segurar um passarinho ou um hamster imaginava...

Partiu então em direção ao quarto a procura de algo que pudesse usar como um novo lar temporário para aquele desprezível homem em suas mãos.

- Vamos ver... onde eu vou guardar você agora David... precisamos achar um novo lar de acordo com o seu tamanho não é mesmo ? - falava com ar de deboche quando subtamente avistou algo perto da cama.

- Ah... achei !! Este vai ser o seu lar provisório na noite de hoje...

Denise pegou sua bota de couro marrom que havia usado dias antes. O seu cano era alto o suficiente para cobrir sua perna até a altura de seu joelho o que era perfeito para evitar que David pudesse escalar e fugir durante a noite.

- Bem vindo ao novo lar David - sorriu Denise ao jogar o pequenino dentro da enorme bota em sua mão. Ela olhou para dentro do calçado e lá no fundo viu o pequeno David que apesar do olhar assustado não se atrevia mais a falar ou pedir perdão.

- Agora me escute bem... a partir de agora não falarei duas vezes !!! Não tente fugir de mim David !! Você sabe muito bem que não pode ir a lugar algum deste tamanho não é mesmo ?? Mas se por algum acaso uma idiotice dessas passar pela sua minúscula cabeça tenha certeza que eu estarei tomando todas as precauções necessárias para que você não tenha sucesso... e... ah... acho melhor nem imaginarmos o que irá acontecer com você quando for pego... você me entendeu ??

- Sim Denise... eu entendi... - respondeu David abaixando a cabeça.

- Ótimo !! Aproveite a sua nova moradia... Tenho certeza que para alguém do seu tamanho e caráter ela é mais do que apropriada não é mesmo ?? Já imaginou algum dia que estaria dormindo dentro da minha bota David ?? - humilhava com um sorriso.

- Quem sabe amanhã eu não vá trabalhar com ela... - gargalhou.

Denise deixou a bota próximo a cama, onde poderia observar David enquanto estivesse deitada. Demonstrando frieza e cantando baixinho Denise se dirigiu ao chuveiro... e ao se deitar deu uma última olhada no pequenino que agachado com os braços em volta das pernas choramingava e rezava por sua vida.

Ao amanhecer Denise levantou e espreguiçou-se com enorme rapidez antes mesmo do despertador tocar. Apesar da péssima novidade que havia descoberto na noite anterior, ela tinha dormido muito bem e sentia-se ótima e relaxada como a muito tempo não tinha o prazer de se sentir. Logo olhou para dentro da bota que havia colocado David na noite passada e observou que ele continuava lá. O homenzinho estava deitado próximo ao calcanhar em forma de concha, como um pequeno mendigo dormindo ao chão... sujo e maltrado devido a fúria que havia destruido a casinha de brinquedos provocada por Denise.

Denise se levantou, tomou um delicioso banho e se trocou rapidamente para ir trabalhar... o barulho fez com que David acordasse e observasse no alto a luz que entrava para dentro de sua nova casa. Logo o rosto de Denise apareceu e David sentiu um enorme calafrio.

- Ora, ora... você já acordou seu vermezinho ?? Como passou a noite ?? Sentiu-se confortável na minha bota ?? - perguntou Denise. David envergonhado com a situação abaixou a cabeça tentando esconder o rosto.

- Eu lhe fiz uma pergunta David !!! - falou Denise com um tom impaciente, balançando a bota enquanto David se debatia dentro dela.

- Por favor Denise... pare... por favor... - gritava David desesperado.

- Eu dormi sim... - respondeu David enquanto Denise parava de balançar a bota.

- E estava confortável ??

- Não... ela é um pouco dura.

- Sério ?? Mas não é o que os meus pés sentem quando eu calço elas... deixe me experimentar para ver se você está realmente certo... - respondeu Denise com um largo sorriso enquanto colocava o seu enorme pé direito dentro da nova casa de David.

David desesperado gritava para que Denise parasse mas a sua voz era cada vez mais abafada conforme Denise calçava a bota. A primeira imagem do enorme pé de Denise entrando na bota calçando uma meia de nylon... os dedos se balançando e depois uma escuridão que parecia um grande eclipse cobrindo o pequeno mundo de David era assustador e jamais sairia de sua mente. David desesperado tentava se rastejar para o fundo da bota tentando se esconder do enorme pé que iria esmagá-lo a qualquer momento... mas Denise balançou mais uma vez a perna fazendo com que o pequenino rolasse para o seu calcanhar, ficando preso abaixo da sua sola. Denise sentia o pequenino se debatendo embaixo de seu pé, desesperado, tentando afastá-la inutilmente com suas minúsculas mãos o que provocavam cócegas que a faziam se divertir ainda mais. Ela mantinha propositalmente o seu pé a uma distância suficiente para não esmagar aquele homenzinho que tentava de todas as maneiras escapar daquela prisão. Depois de se divertir por alguns minutos Denise retirou o seu pé lentamente da bota e observou David ofegante, suado e tentando desesperadamente respirar o ar para dentro de seus pulmões.

- Espero que isto lhe sirva de lição David. A partir de agora você vai aprender a ser mais grato com o que lhe for oferecido, afinal de contas a minha bota é mais do que você merece. Aliás... eu ainda vou lhe ensinar várias novas lições David... esta é apenas a primeira. E então o que você disse mesmo sobre não estar confortável ??

- Me perdoe... ela está confortável sim... - murmurou David ainda tentando puxar a respiração.

- Ótimo... agora comporte-se !! Estou indo trabalhar e lembre-se do que eu lhe disse ontem... nem pense em tentar fugir de mim !! Você não vai querer me ver zangada não é mesmo ??

- Não... não vou Denise. Não vou tentar fugir e nem fazer nada de errado... eu prometo. - respondia um David amedrontado.

- Muito bem... assim eu espero.

Denise se virou e saiu caminhando para mais um dia de trabalho. Mais do que nunca o barulho dos saltos de Denise batendo no chão e a porta se fechando foram tão agradáveis para David. Ele teria pelo menos algumas horas de descanso, sem humilhações ou de dor.

Durante aquele dia David não conseguia deixar de pensar na grande besteira que havia cometido. Jamais imaginara que Denise um dia fosse descobrir o seu caso com a Cris. Apesar de Denise ser uma mulher atraente, David não conseguiu resistir aos encantos daquela garota que trabalhava na empresa médica na qual negociava expor o seu invento. David se repreendia mais do que nunca por uma dia ter inventado aquela maldita máquina que agora o tinha transformado em um rato de laboratório. Nada disso teria acontecido se não tivesse construido o miniaturizador. Ficou imaginando também se um dia Denise o perdoaria e as coisas voltariam ao normal, se bem que normal não é a palavra mais apropriada para alguém do seu tamanho. Se arrependeu de todas as besterias que tinha feito e falado e sentiu saudades do tempo que Denise ainda se preocupava com sua situação, em protegê-lo e do carinho com que cuidava dele. Agora tinha jogado todo o amor que ela sentia por ele no lixo e isso lhe custaria muito caro.

Enquanto isso Denise, trabalhava com enorme prazer... pensava que apesar de ter sido enganada de novo, talvez daquela vez tenha valido a pena. Ela era uma nova mulher agora. Já se sentia mais confiante antes, mas agora, mais do que nunca sua auto estima estava as alturas. Poder ensinar ao David uma lição para que ele se arrependesse amargamente do que tinha feito era ótimo. E isso só era possível porque ele não era maior do que a caneta com a qual assinava os papéis sobre a sua mesa. As pessoas em sua volta podiam perceber uma grande mudança naquele dia. Alegre e sorridente, Denise trabalhou feliz da vida contando os minutos para voltar para casa e poder ver novamente o seu novo brinquedinho.

Ao anoitecer David entrou em desespero porque sabia que chegava a hora de Denise voltar do trabalho. Passou o dia todo ensaiando uma forma de se desculpar com ela mas as palavras pareciam sumir de sua mente com os minutos que iam passando. Não demorou muito e David ouviu o barulho de chaves abrindo a porta e passos vindo em sua direção. Meu Deus, ela voltou !! - pensava David suando frio. Logo Denise apareceu e olhou para baixo com grande satisfação em ver que o pequenino continuava dentro de sua bota. Para David era como se estivesse olhando para um enorme edifício... e no topo o rosto de Denise sorrindo para ele.

- Muito bem !! Vejo que você se comportou direitinho como eu mandei David.

- Sim Denise... eu me comportei direitinho - respondeu David com a voz trêmula mas rapidamente. Ele tinha percebido durante o dia que de nada adiantaria contrariar Denise, então resolveu que iria fazer de tudo para agradá-la o mais rápido possível para que ela o perdoasse.

- Ótimo... vejo que agora você está muito mais educado também... o dia dentro da bota deve ter feito muito bem para você... - sorriu Denise.

Denise se abaixou e virou cuidadosamente a bota, fazendo David rolar para fora aos seus pés. David escorregou e caiu diante de Denise e como sempre não podia deixar de observar o quanto aqueles sapatos eram enormes diante dele. Rapidamente o pequenino se levantou e se ajoelhou de cabeça baixa diante da giganta. Denise riu daquela atitude de David...

- Meu Deus !! Mas o que aconteceu com você ?? Vejo que já aprendeu o seu devido lugar que é ajoelhado aos meus pés... - gargalhou Denise.

- Sim Denise... - murmurou David.

- SRA. DENISE para você agora pequenino. - respondeu rispidamente.

- Esta é a sua segunda lição de hoje. A partir de agora você deve me chamar apenas de Senhora entendeu ? O meu nome não deve ser pronunciado mais em hipótese alguma, a não ser que eu permita.

- Sim Senhora... - respondeu David de cabeça baixa, imaginando que com certeza o perdão de Denise estaria mais longe do que pensava.

- Muito bem... agora venha até a sala. Quero ver você correndo aos meus pés.

- Por favor Denise... não me pise... - implorou David, sem se dar conta de que a havia chamado pelo nome.

- O QUE FOI QUE VOCÊ DISSE ? - gritou Denise.

- EU NÃO DISSE QUE VOCÊ NÃO DEVE MAIS PRONUNCIAR O MEU NOME SEU VERME ? - continuou Denise agora batendo o pé próximo ao pequenino demonstrando impaciência.

- Me me perdoe... eu não fiz por mal... me perdoe minha Senhora...

- Começe a correr agora David... eu estou logo atrás de você !!

David se levantou e partiu rapidamente em direção a sala... a distância entre os cômodos era pequena, mas para o seu tamanho era uma verdadeira caminhada. O pequenino corria o mais rápido que podia, enquanto que Denise lentamente dava enormes passos que a faziam com que chegasse facilmente até ele. Cuidadosamente ela calculava a distância suficiente para pisar o mais próximo possivel daquele homenzinho sem esmagá-lo, para o seu desespero.

Ao chegar na sala próximo ao sofá, Denise ordenou que David parasse. Prontamente o pequeno parou ofegante pela corrida.

- Você se saiu muito bem meu pequeno... - disse Denise enquanto se sentava no sofá.

- Agora eu quero que você me ajude a tirar os meus sapatos... desprenda a fivela.

- Mas a fivela está no seu tornozelo... eu não a alcanço Den... Senhora - respondeu David trêmulo por quase ter pronunciado novamente o nome de Denise.

- Hunf... e isso é problema meu ?? Apenas faça o que eu digo !! - respondeu Denise com um olhar de reprovação e de ameaça por ter percebido que David quase havia pronunciado o seu nome.

Desesperado, David tentou achar alguma solução para poder desprender os sapatos de Denise... pensou em escalar o seu sapato mas não teria força suficiente para abrir a fivela com apenas uma das mãos. Olhou em volta e viu a sua antiga casinha destruida no canto. Correu em direção a ela e procurou no meio dos escombros algo que pudesse usar como apoio. Denise se deliciava em ver aquele homenzinho correndo de um lado para o outro com medo de ser punido por não cumprir uma ordem sua. Logo David achou uma pequena cadeira dentro da casa que por sorte não havia sido destruida por Denise. Por ironia do destino era a mesma cadeira que ele havia encolhido na primeira vez que ele a havia convidado para ir a sua casa e mostrado o miniaturizador. Lembrou-se novamente daquele dia e algumas lágrimas escorreram pelo seu rosto, mas logo o som do seu nome pronunciado por uma Denise impaciente o fez voltar a realidade e sair correndo com ela nas mãos.

David trouxe a cadeira o mais rápido possivel e a colocou ao lado do enorme pé de Denise que naquele dia calçava uma lindo sapato branco de salto. O pequenino subiu nela e com enorme esforço suou para desprender a tira de couro que se prendia a fivela dourada do sapato. Após desprender as duas fivelas, Denise levantou levemente o seu pé para que o sapato escorregasse próximo ao pequenino que jamais teria forças para segurá-lo. Os pés de Denise estavam dentro de finas meias de nylon que já haviam sido apresentadas a David naquela manhã em que quase fora esmagado dentro da bota. Ao notar que aquela pequenina cadeira que havia ajudado David a desprender os seus sapatos era a mesma que tinha sido encolhida no primeiro dia em que ficaram juntos, Denise chegou a sentir um pouco de dó do homenzinho aos seus pés... mas com um movimento fez com que o sentimento desaparecesse. Denise levantou o seu pé e lentamente pressionou a cadeira diante de David que a viu ser esmagada como enorme dor como se fosse ele próprio que estivesse embaixo daquela sola.

- Muito bem... agora venha aqui... - Denise pegou David com a sua mão e o colocou em cima da mesinha central que se encontrava em frente ao sofá que estava sentada. Então ela esticou suas pernas, deixando os seus enormes pés apoiados diante do pequenino que apenas observava aquela enorme perfeição.

- Agora eu preciso de uma massagem pequenino... tive um dia maravilhoso de trabalho e quero que você relaxe os meus pés.

- Sim Senhora... - respondeu David que agilmente procurou massagear aqueles gigantescos pés que estavam sempre a ameaçar sua insignificante vida. Com muito esforço o pequenino precisou apertar e bater o máximo que podia para que ela pudesse sentir algo. As meias estavam um pouco úmidas do suor dos pés de Denise, afinal eles haviam ficado o dia todo calçados naqueles lindos sapatos de saltos. O cheiro para alguém do tamanho de David era um pouco mais forte que o normal, mas ele com certeza não se atreveria a comentar.

Após um tempo, Denise tirou sua meias e ordenou ao pequenino continuar a massagem, agora se preocupando em apertar os seus dedinhos. David continuou o seu serviço árduamente, apertando todos os dedinhos, praticamente tendo que abraçá-los para que a giganta pudesse se satisfazer. Sem a meia ele pode perceber o quanto, apesar de enormes, as solas dos pés de Denise eram macias e bem cuidadas.

Depois de quase 1 hora de massagem, Denise permitiu que o pequeno David parasse e descansasse um pouco.

- Agora já chega, pode descansar um pouco... - disse Denise que viu o homenzinho cair-se de joelhos não só por respeito a ela mas principalmente por cansaço. Ela retirou os pés da mesa e levantou-se em direção ao quarto. Após vários minutos retornou com os cabelos ainda molhados vestindo uma curta camisola de seda. Olhou para o pequenino jogado na mesa e o pegou com apenas dois dedos levando-o na altura de seu rosto. Olhou fixamente para ele e o cheirou duas vezes no ar. David assustado só rezava para não cair no chão daquela altura.

- Você está cheirando muito mal !! Está precisando de um banho agora... - disse Denise fazendo uma careta.

Denise o levou na ponta dos dedos até a pia da cozinha e o depositou em cima da mesa. Ligou a torneira para que um fino filete de água fria caisse por ela. Depois ordenou que David retirasse suas roupas. David a contragosto sabia que não poderia contrariar Denise e lentamente foi retirando cada peça ficando apenas de cueca.

- O que você está esperando para tirar a sua cueca David ? - perguntou Denise.

- Por favor... eu sei que fui um idiota, passei o dia todo de hoje pensando em quanto eu a fiz sofrer por uma fraqueza minha. Aquela mulher não significa nada para mim... sei que mereço tudo o que estou passando, mas por favor me perdoe... Cada vez que eu penso em todos os momentos que passamos juntos e tudo o que você fez por mim... eu estou arrependido... - começou a implorar David de joelhos.

- Já chega !!! - cortou rapidamente o assunto Denise.

- Vou lhe falar uma coisa David !! Agora é muito tarde, portanto eu não quero mais escutar nenhum tipo de lamentações da sua parte... mas você pode guardar elas em seus pensamentos sim, porque eu quero mesmo que você pense a cada minuto da sua vidinha a partir de agora o quanto você era feliz e não sabia. É óbvio que você está arrependido, disso eu tenho certeza... portanto eu vou ser boazinha com você e vou te dar um conselho. Procure se esforçar o máximo a partir de agora... porque a sua vida depende disso... Enquanto você me divertir e tiver alguma utilidade eu prometo não me livrar de você ok ?? Agora venha aqui !! - respondeu uma Denise secamente, enquanto pegava David com uma de suas mãos.

Com o dedão ela prendeu o pequenino na sua mão que se debatia para tentar se livrar. Com apenas dois dedos Denise foi cuidadosamente abaixando a cueca de David que tentava ao máximo impedir que ela conseguisse mexendo suas pernas.

- Acho melhor você parar de se mexer tanto David, senão eu posso esmagar algo que você não queira. - disse Denise apertando o pequenino com o seu dedão que soltou um pequeno grito sentindo o seu corpo ser pressionado. Sem poder respirar na mão de Denise, David parou de se mexer e permitiu que Denise tirasse a sua pequenina cueca.

- Pronto... bem melhor !! Meu Deus mas o que é isso ?? Agora eu sei o porque você não queria ficar pelado na minha frente !! - zombou Denise que brincava com David na sua mão, passando a ponta de seu dedo no corpo do homenzinho que nada podia fazer.

- Realmente você não é mais o mesmo David... fico imaginando o que a sua nova namorada diria ao ver essa coisinha...rs. Será que ela o iria querer ainda ?? - continuava a humilhar.

Denise pegou um pouco de sabonete liquido com sua outra mão e levou David para baixo do filete de água que caia da pia. Morrendo de frio com a água gelada que caia da torneira, David foi lavado na palma da mão de Denise que o ensaboava com os dedos levemente para não machucá-lo. David se sentiu como se fosse uma fruta ou legume sendo lavado embaixo da torneira.

Depois de limpo Denise pegou um pedaço de guardanapo e enxugou o homenzinho com as mãos. David não resistia mais, porque sabia que quanto mais se mexesse seria pior, podendo ela quebrar um braço ou uma perna sua com os dedos.

Denise colocou então o homenzinho pelado sobre a mesa e pegou suas roupas sujas, jogando-as no cesto de lixo.

- A partir de agora você não vai mais precisar de roupas. - sorriu Denise.

Denise se virou e preparou um pouco de comida. David havia passado o dia todo sem comer e beber e estava morrendo de fome. Ficou observando Denise cozinhando, sentado na rolha de vinho morrendo de vergonha por estar pelado. Logo Denise voltou a mesa com um prato e se sentou. Começou a jantar enquanto David a olhava como se fosse um cachorrinho esperando um pouco de comida. Denise continuou calmamente a comer enquanto olhava para David com enorme satisfação. Apesar de estar morrendo de fome, David não se atrevia a pedir um pouco para Denise. Ele via que uma vez ou outra um grão de arroz ou uma migalha de pão caia sobre a mesa, mas mesmo assim ele não se levantava para pegá-las.

Assim que terminou Denise se levantou e recolheu o prato para lavar. Enquanto a giganta se encontrava de costas David observava aquele grão de arroz caido próximo a ele, e se segurava para não se levantar e pegá-lo.

Logo Denise voltou e viu que o homenzinho ainda estava sentado sem mexer nas migalhas que estavam sobre a mesa. Com uma das mãos Denise jogou as migalhas no chão para desespero de David que ainda tinha esperança de saboreá-las. Denise então se sentou na cadeira e pisou descalça sobre o grão de arroz e as migalhas de pão que ficaram grudadas em sua sola. Ela cruzou então as pernas de modo que seu pé ficasse em cima da cocha e ordenou que David subisse na palma de sua mão. Levou então o homenzinho de encontro ao seu pé.

- Muito bem David, agora é hora de comer. Aproveite a sua refeição e coma tudinho... sei que está com fome, logo não vai precisar de muito esforço para deixar os meus pés limpinhos novamente. - ordenou Denise, que se divertia ao ver a expressão no rosto de David que apesar do nojo sabia que não teria outra chance de refeição. Ele foi comendo uma a uma as migalhas de pão que estavam grudadas. O grão de arroz foi pisado com tanta força por Denise que havia virado uma pasta amassada grudado com um pouco de poeira, ficando com uma cor levemente cinza. David foi desgrudando pequenos pedaços com as suas mãos e comendo ajoelhado na mão da giganta. Assim que terminou Denise ordenou que David lambesse a sua sola de modo que não sobrasse mais nada.

- Ótimo... deixou os meus pés limpinhos novamente !! Gostou da refeição ?? - perguntou Denise.

- Sim Senhora... - respondeu um David humilhado.

- Muito bem... agora vamos para o quarto... eu tenho uma surpresa para você !!

Denise se levantou e caminhou com o pequenino até o quarto. Chegando lá, David observou que havia um grande pacote sobre a cama. Denise colocou o pequenino sobre o criado mudo e lentamente começou a desembrulhar a embalagem.

- Pronto !! O que achou David... esta é a sua nova casa !! Não é linda !! - perguntou Denise mostrando uma enorme gaiola de prender ratos. Dentro dela havia até uma grande roda de acrílico para que os roedores corressem. Denise então pegou David e o jogou para dentro da nova casinha que com as pequenas mãos segurando as grades e um olhar assustado, a observou de dentro de sua prisão.

Denise pegou a gaiola e a colocou sobre uma pequena mesa no quarto, bem de frente a sua cama onde podia admirar agora o homenzinho enjaulado até pegar no sono.

Os dias que se passaram desde então não foram nada fáceis para David. O medo e a humilhação se tornaram palavras certas no cotidiano do homenzinho que era submetido todos os dias a algum novo tipo de trabalho ou brincadeira por parte de sua "Dona". Denise parecia se divertir cada vez mais com aquelas situações, mostrando realmente o quanto estava longe de perdoar algum dia o pequenino. David passou a morar na gaiola que lhe servia como uma grande jaula, sendo forçado algumas vezes por Denise a correr na roda para se exercitar. Comia apenas das migalhas que sobravam das refeições de Denise que da mesma forma, esmagava algumas vezes com os pés, outras com as mãos para que sentisse sempre o homenzinho lambendo o seu corpo. Certa vez David se recusou a se alimentar após Denise ter pisado em uma ervilha que ficou grudada entre os dedos do seu pé. Ela então o pegou e forçou não a comer a ervilha mas as sujeirinhas que estavam acumuladas entre eles. Depois disso Denise o jogou na gaiola e deixou David sem água e comida por 5 dias, apenas guspindo dentro de uma tampinha de manhã antes de ir trabalhar para que David não morresse desidratado. Após esta experiência ele nunca mais se atreveu a recusar uma refeição.

David não usava mais roupas também, vivendo sempre pelado e em raras ocasiões podendo usar um vestido ou alguma roupa velha que Denise não queria mais e que encolhia no miniaturizador. Ele também passou a ter obrigações uma vez que Denise dizia que se ele se achava ainda um homem então deveria trabalhar como tal. Massagem nos seus pés era uma de suas obrigações diárias toda vez que Denise voltava do trabalho. Propositalmente eram realizadas assim que ela retornava para que o pequenino pudesse sentir o quanto eles estavam suados e cansados. Limpar os sapatos e jóias de sua Senhora também faziam parte de suas tarefas. Quando Denise queria relaxar assistindo algum programa na TV, David sempre era encarregado de levar uma por uma a pipoca ou algum outro petisco até as mãos dela. Depois ela o pegava e o obrigava a palitar os seus dentes. Mas a melhor tarefa que Denise achava que David executava era o de pintar as suas unhas. Com o pequenino tamanho dele, David pintava com perfeição, fazendo até minúsculos desenhos que eram a inveja de suas amigas. Todas perguntavam onde ela fazia as unhas com detalhes tão bem acabados, o que divertia Denise que com um largo sorriso apenas respondia que era segredo.

Humilhações verbais também eram inevitáveis para Denise, que sempre fazia questão de lembrar David o quanto ele era pequeno e submisso a ela. Sempre o ameaçando a pisar, bater ou esmagar como um inseto, ela adorava sempre que o tinha aos seus pés ou em suas mãos. Adorava segurar ele ou pisar aquele homenzinho, mantendo-o pressionado embaixo de sua sola ou de seus sapatos o suficiente para não esmagá-lo, podendo sentir o seu desespero tentando se livrar. As cócegas que faziam eram excitantes, pensava.

Certa noite, enquanto David fazia a massagem nos pés de Denise, ela o observava quando algo veio a sua mente. Ela se levantou e pegou o telefone.

- Qual é o telefone da sua Cris, David ? - perguntou Denise.

- O que a Senhora vai fazer ?? - perguntou David assustado.

Denise pegou David com a sua mão e o apertou levemente com os dedos fazendo o homenzinho implorar para que o soltasse.

- David, o que eu disse sobre me fazer repetir as coisas ?? - continuou apertando Denise.

- Por favor... você está me esmagando... eu falo... eu falo... - gritou David.

- Assim é que eu gosto... - sorriu Denise soltando um pouco a pressão de seus dedos.

David com lágrimas nos olhos disse o telefone para Denise, implorando ainda para ela não fazer nada de mal. Ela então fitou o olhar nele e discou o número rapidamente.

- Isso vai depender de você David. Você vai conversar com ela agora e pedir que ela venha te ver aqui. Diga que está com saudades e esteve um pouco doente todo esse tempo. - disse Denise com um brilho nos olhos.

- Não por favor... eu não posso... - implorou David que foi novamente pressionado pelos dedos de Denise.

- Ah você pode sim... quer que eu te esmague agora como um inseto ? Se você quiser eu posso arrancar a sua cabeçinha com os meus dedos, quer ? - respondeu Denise que com dois dedos segurou a minúscula cabeça de David. Morrendo de medo, David implorou para que Denise não a arrancasse e concordou em falar.

- Ótima decisão para você David. Agora lembre-se, se você pedir ajuda, falar alguma besteira ou mesmo se não for capaz de convencê-la a vir aqui eu irei ter o enorme prazer de sentir os seus ossinhos se quebrando entre os meus dedos. Estamos entendidos ? - perguntava Denise enquanto via os olhinhos de David arregalados.

- Sim, sim... Senhora... - respondeu David baixinho enquanto o telefone começou a tocar.

Logo uma voz doce e bonita atendeu o telefone. Era Cris, que surpresa com o telefonema de David começou a conversar com ele, no início brigando por ele não ter mais ligado para ela, mas depois demosntrando que estava com muitas saudades. David não podia deixar de olhar para o rosto de Denise que demonstrava estar com raiva e se controlando para não esmagá-lo naquele momento. Com medo e estando preso naquela mão gigantesca, nada mais restou para David do que pedir para que Cris viesse na noite seguinte para vê-lo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Pobres Pequeninos

Ah... pobres pequeninos

Imaginem se pudesse existir um mundo infestado deles em que as mulheres tivessem que olhar todas as vezes ao chão, quando fossem dar um simples passo para não pisar em um deles ??

Com certeza elas não perderiam tempo para isso...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Banho


Nada poderia ser melhor do que nadar em uma piscina ou tomar um delicioso banho em um dia de calor como o que faz hoje.

Mas com certeza poder se refrescar na palma da mão desta Giganta, seria o sonho de qualquer pequenino.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Amores de Denise

Parte III - Fúria

Miserável !!! Era o que Denise pensava enquanto caminhava em direção a David que tentava de todas as maneiras descer desesperadamente do encosto do sofá. O rosto de Denise estava vermelho de tanta raiva que sentia dentro de si... era algo que talvez ela não tenha sentido nem quando Jimmy a havia traido no passado. Como esse inseto pode fazer isso comigo !!! Justo eu que me abri com ele, contei todos os problemas que tanto tinham me feito sofrer com meu antigo namorado... e agora ele fez a mesma coisa ?? Fez de propósito ?? Me enganou todo esse tempo... esse inseto !!!
David encurralado não tinha como fugir... seu corpo tremia tanto de medo que agora não conseguia mais se mover... tentava se explicar mas o desespero era tão grande que as palavras mal saiam de sua boca.

- Popopor... favor Denise !! Memee.. pperdoee... eu posso explicar.... (chorando)

- CALE A BOCA SEU INSETO !!! - gritou uma Denise furiosa que em um rápido movimento deu uma tapa no pequenino David que rolou pelo sofá abaixo.

- COMO VOCÊ TEVE A CORAGEM DE FAZER ISSO COMIGO ??? - continuava a gritar ferozmente.

- Me perdoe Denise... eu posso explicar se você me deixar... - murmurava David com o corpo doendo pelo tapa que havia levado. Por sorte o sofá era macio o suficiente para amortecer a sua queda, caso contrário seus ossos estariam quebrados agora.

- EXPLICAR ??? EXPLICAR O QUÊ ??? O QUE VOCÊ FEZ NÃO TEM EXPLICAÇÃO !!! VOCÊ ME TRAIU COM AQUELA VADIA E AINDA TEM A CORAGEM DE QUERER SE EXPLICAR ?? - respondia Denise anulando qualquer possibilidade da baixa voz de David continuar.

- Por favor... - implorava David.

- CALA A BOCA !!! - gritou novamente Denise, dando um outro tapa que fez agora David cair no carpete diante de seus pés.

- CALA A BOCA SEU VERME !!! VOCÊ ME TROCOU POR AQUELA VAGABUNDA !!! EU NÃO SOU BOA O BASTANTE PARA VOCÊ ?? É ISSO ?? ACHOU QUE PODERIA ME ENGANAR ATÉ QUANDO ??

Denise a essa hora da discussão não se aguentava mais dentro de si. Seus pés calçados com enormes scarpins pretos batiam no chão com tanto ódio que faziam com que o chão da sala tremesse como que um terremoto estivesse atingindo a casa. David desesperado não sabia mais o que fazer... a dor no seu corpo era enorme, mas o desespero era ainda maior que parecia anestesiar qualquer sentimento. Não conseguia mais manter os olhos abertos diante daqueles gigantescos pés que em um momento de fúria pareciam prestes a esmagá-lo em alguns segundos.

- OLHE PARA MIM ENQUANTO EU FALO COM VOCÊ DAVID !! ABRA OS OLHOS E ME ENCARE COMO UM HOMEM DE VERDADE SEU VERME !!! - gritou Denise batendo o seu pé direito a poucos centimetros de David, quase que o esmagando como uma barata.

David abriu os olhos cheios de lágrimas e viu a imagem do enorme scarpin preto tão perto de si, que começou a chorar como uma criança. Sem mais o que fazer... rastejou-se em direção ao sapato de Denise e de joelhos começou a implorar perdão.

- Por favor Denise me perdoe... eu sei que eu errei... me perdoe... ela não significa nada para mim... eu jamais iria querer te magoar porque eu te amo... - implorava desesperadamente um minúsculo David de joelhos apoiado na ponta do scarpin de Denise.

- VOCÊ AINDA TEM A CORAGEM DE FALAR QUE ME AMA SEU MALDITO ?? - gritou pela última vez uma Denise inconformada, que com enorme raiva chutou aquele homenzinho agarrado ao seu sapato.

David rolou pelo carpete como um bonequinho, parando a pouco menos de 1 metro. Contorcendo-se de dor, David olhava para Denise e continuava a implorar.

- Por favor... não me machuque...
Denise olhava para David com enorme desprezo, mas por um breve momento ao ver aquela imagem que chegava até a ser grotesca de um homenzinho com 10cm aos seus pés implorando perdão, parou para pensar o quanto ele a havia feito sofrer e o quanto ela deveria lhe dar de troco. Talvez pisar nele agora não seria o suficiente... não... David merece muito mais que isso. Só de ver a imagem dele minúsculo, se rastejando, morrendo de medo para não ser esmagado... já servia como um consolo naquele momento... mas com certeza isso poderia durar por muito mais tempo... o que seria até divertido. Ele realmente merecia uma lição.
- Pois bem !! Começe a correr agora seu inseto !! - falou Denise em um tom mais calmo agora.
- Por favor Denise não faça isso... - implorava David, tentando se levantar.

Sem se importar Denise começou a andar em direção a David, levantando o seu enorme pé direito sobre ele criando uma gigantesca sombra que o cobriu por inteiro. David arregalou os olhos e se levantou rapidamente, começando a correr, escapando por um triz de ser esmagado quando Denise pisou violentamente onde ele estava. David continuou correndo o mais rápido que podia, agora sem mesmo olhar para trás ou implorar para não perder o fôlego. Denise caminhava fazendo questão de bater com o máximo de força no chão para que o pequenino sentisse o seu tremor e tivesse consciência de que não restaria nada de seu corpinho se fosse alcançado. Sem saber para onde ir, David avistou a sua casinha de bonecas e entrou dentro dela fechando a porta rapidamente. Ele sabia que aquilo de nada adiantaria, pois Denise era gigantesca em relação a casa e poderia quebra-la facilmente, mas o seu desespero era tão grande que ele ainda tentava colocar uma pequena mesa para impedir a passagem pela porta.

Denise parou em frente a pequena casa e a admirou por alguns segundos. Em seguida se abaixou e de joelhos arrebentou a pequena porta de entrada com a sua mão. De nada adiantou a mesa que David havia colocado uma vez que Denise fez até mesmo questão de quebrá-la para que o pequenino sentisse a sua força. Denise observava pelas pequenas janelas da casinha e via que David estava encolhido em um canto da sala, atrás de um minúsculo sofá. A esta altura, Denise já começava a se divertir com a situação, sentindo o prazer de poder dar uma lição naquele homenzinho que a havia feito sofrer. Ela esticou a sua mão em direção a David e com as pontas dos dedos jogou o sofá para o lado. David se espremeu ainda mais no canto tentando se proteger para não ser pego.
Sentindo que a abertura da porta era muito pequena para colocar ainda mais o seu braço para dentro da casinha, Denise se levantou e começou a balançar a casa com David dentro. Para desespero do pequenino que era jogado de uma lado para o outro como se estivesse no meio de um terremoto, todos os móveis se quebravam batendo nas paredes e em seu corpo. Era o fim do mundo pensava ele. Denise então finalmente parou de balançar a pequena casa que estava praticamente destruida. Com uma de suas mãos ela forçou o telhado da casa que se despregou fácilmente criando um barulho de terror. Quando a luz entrou dentro da casinha, David se escondeu embaixo de algumas madeiras quebradas no que antes era o seu quarto.

Sarcásticamente Denise, olhava para toda aquela bagunça que havia feito e se deliciava em ver todos aqueles pequenos móveis quebrados.

- David... David... onde você está ?? - perguntava Denise com uma voz fina e doce.
- Apareça David... você não pode se esconder de mim...
Denise sabia muito bem onde ele havia se escondido, mas propositalmente começou a mexer em outros lugares, retirando algumas peças de móveis quebrados, o sofázinho, um abajur... chegando lentamente até onde o homenzinho estava acuado. Lentamente Denise retirou as madeiras que cobriam David e ficou olhando fixamente para aquele pobrezinho que voltava a implorar por sua vida. Com a ponta de apenas dois dedos Denise pegou David e o levantou até a altura do seu rosto encarando aquele vermezinho que chorava sem parar.

- Ah... meu pequeno David... porque você fez isso comigo ?? Aposto que está arrependido... - falava Denise com um leve sorriso no canto da boca enquanto balançava David de um lado para o outro.
- Por favor... por favor... eu imploro... não me machuque...

- Você me magoou muito David... precisa aprender uma lição !! - neste momento Denise colocou David na palma de sua outra mão.

- Denise... eu imploro... não me machuque mais... não faça nada que você vá se arrepender depois... eu peço de joelhos... - continuava a chorar de joelhos entre os enormes dedos de Denise.

- Eu me arrepender depois ?? - gargalhou Denise

- Você é que está arrependido agora não é mesmo ?? Você tem noção da sua situação agora David ?? Aonde você está neste momento ?? Me diga...

- Por favor Denise...

- Eu falei para você me dizer aonde está agora David !! - insistiu Denise com um tom mais elevado.

- Eu... eu... estou na palma da sua mão. - soluçou David.

- Isso mesmo... você está na palma da minha mão David !! Você é tão pequeno que cabe na palma da minha mão agora... e sabe de uma coisa... imagine se eu fechasse os meus dedos sobre você agora e apertasse com força... o que será que aconteceria ?? E se eu desse um tapa com a minha outra mão sobre você ?? Será que você sobreviveria ?? - falava uma Denise com um sorriso no rosto.

- Por favor Denise... não faça isso eu te imploro...

- E porque não ?? Me dê um bom motivo para não fazer isso ?? Ah... já sei talvez porque seja mais divertido te esmagar com o meu pé não é mesmo ??

Denise se abaixou e deixou David cair entre os seus pés. Ficou observando aquele homenzinho frágil, com os olhos cheios de lágrimas entre os seus scarpins. Suas pequenas mãos se seguravam nos seus sapatos. Ficava imaginando... "Meu Deus... mas ele é realmente tão pequeno !!!".
David olhava para o alto... entre os pés enormes de Denise... Tremia ao ver o grande salto do sapato que chegava a ser maior do que ele e que sustentava aquele gigantesco calcanhar nas alturas.

- E então David ?? O que acha ?? Devo pisar em você agora ?? Como se pisa em uma barata ?? Poderia fazer isso lentamente em você só para poder sentir você se esmagando embaixo do meu pé ?? Acho que seria mais divertido não é mesmo ?? - continuava Denise a humilhar o pobre David.

- Não por favor... eu imploro... eu faço tudo o que você quiser Denise... mas por favor não me mate... - David neste momento se rastejou até os pés de Denise e encostou a sua cabeça no chão.

- Veja só para você David... olhe só no que você se transformou !! Você agora não passa de um inseto rastejante... afinal você tem o mesmo tamanho de um... Você é tão patético !! Olhe para os meus pés e lamba a ponta do meu sapato agora !!
David rapidamente levantou a cabeça e começou a lamber a ponta do enorme scarpin de Denise com sua pequenina língua. Logo era foi se secando, mas David continuava sem parar. Enquanto isso só conseguia pensar no quanto Denise estava certa... ele realmente não passava de um inseto naquele momento... um homem de verdade jamais estaria naquela situação. Imaginava também os enormes pés que estavam dentro daquele scarpin... dos dedos que pareciam estar se mexendo com alegria ou talvez provocação da giganta que se divertia com a cena.
- Muito bem David... agora você está no seu verdadeiro lugar... e quanto a fazer tudo o que eu mandar... Ah... com certeza você vai mesmo !! - se divertia Denise com uma gargalhada.

Vida a dois

Existem determinadas situações que com certeza devem ser evitadas a todo custo. Imaginem que tipo de relação poderia ocorrer dentro do contexto da imagem ao lado ? Uma mulher jovem, bonita mas gigantesca em comparação ao pequenino homem escondido próximo a roda de seu carro... pensando se deve se aproximar e chamar a sua atenção.
Sua dúvida é totalmente compreensível, afinal um simples movimento dos lindos pés desta moça poderiam acabar com a sua vidinha cheia de boas intenções. E depois se ela o visse, o que será que aconteceria ?? Ela o aceitaria ?? Como seriam suas vidas a dois caso isso viesse a ocorrer ?
Sei que são situações diferentes, que ocorrem nesta foto e o que acontece na história postada entre Denise e o pequenino David. Mas é exatamente sobre isso que irá se tratar a segunda parte da nossa estória. Sobre as adaptações no dia a dia de duas vidas tão diferentes... principalmente no tamanho. Aguardem...

Amores de Denise

Parte II - Adaptação

Eu ainda não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Enquanto subia as escadas do laboratório, a única coisa que me vinha a cabeça era de que aquilo não poderia ser verdade, talvez eu estivesse sonhando ou sobre o efeito de alguma droga mas, mas... droga !! Quando eu olhava para o pequeno David na palma da minha mão se segurando para não cair as minhas dúvidas desapareciam... tudo estava realmente acontecendo !!
Caminhei com todo o cuidado em direção a cozinha, morrendo de medo para não machucar o David. Aquela situação tão improvável me assustava tanto que eu não sabia o que fazer. Meus olhos fitavam aquele homenzinho frágil, fraco e em pânico que me deixavam em dúvida até do que aconteceria se eu o deixasse cair ou se o apertasse com um pouco mais de força com os meus dedos.
Chegando na cozinha eu o coloquei sobre a mesa, e fui até o armário pegar uma pequeno prato fundo de sopa. Liguei a torneira e coloquei um pouco de água quente dentro do prato me preocupando em sentir a temperatura. Peguei um pouquinho de shampoo e misturei rapidamente com a ponta do meu dedo, formando uma leve camada de espuma. Perfeito... o banho estava pronto.

- David, você está muito sujo e cansado com tudo isso que está acontecendo... preparei um banho para você... tire a roupa e entre antes que a água esfrie.

Fiquei observando o David, mas ele parecia não estar gostando muito da idéia de tomar um banho... de início não entendi, mas logo ele falou:

- Por favor Denise, você pode se virar para que eu entre dentro do prato ?
- Oras David, por que ?

- Por favor Denise, apenas deixe-me entrar no meu banho ok ?

- Ah... está certo, me desculpe.

Me virei de costas e fui em direção a geladeira procurar algo para fazer. Aquela reação do David me pareceu estranha no começo, afinal nós já estávamos juntos a mais de 1 ano e com certeza nos vimos sem roupas em diversas situações... mas depois entendi que agora era diferente. David se sentia envergonhado pelo seu tamanho e se escondia do meu olhar. Caramba... e agora ?? Aquilo me fez pensar em como seriam as coisas daí em diante... como seria o nosso relacionamento a partir daquele momento ?? David ainda era o meu namorado e eu o amava muito... mas com aquele tamanho a nossa relação seria totalmente anormal !! Como ficariamos juntos ?? Com quem ele ficaria quando eu fosse trabalhar ?? Será que ele pode comer normalmente ?? A comida é enorme para ele !!! Todas essas dúvidas pareciam bombardear a minha mente... mas procurei ficar calma. Pensava: "Calma !!! Não entre em pânico, senão você vai assustar ainda mais o pobre coitado !! Você tem que demonstrar que sabe o que fazer e que está no controle da situação !! Não vai ser tão difícil cuidar dele assim... é como cuidar de um cachorrinho ou de qualquer outro bichinho de estimação, vai precisar de cuidados, atenção e carinho !! Oras !! Mas que droga !!! O que eu estou pensando ??? Ele não é um bichinho de estimação !!! É um homem !! É o meu David !!!". Denise tentou tirar aquelas idéias absurdas da cabeça e voltou sua atenção novamente na comida. Mal sabia ela o quanto aqueles pensamentos estavam certos...

Após alguns minutos Denise se virou novamente em direção ao pequeno David deitado no prato. Aquela imagem era tão absurda quanto engraçada. O prato era tão grande que parecia uma enorme piscina para aquele homenzinho.

- Pronto David ?? Acho melhor você se enxugar senão é capaz de pegar uma gripe e não sabemos o quanto isso pode ser prejudicial... Pegue este lenço para se enxugar. Vou procurar alguma coisa para você se vestir, estas roupas estão muito sujas... depois podemos encolher algumas peças novas no laboratório para você.

Denise pegou as pequenas peças de roupas de David com apenas uma de suas mãos e as levou para a pia. Encheu um potinho com água e sabão e as colocou de molho. Mas antes as observou com atenção... brincando com elas como se fossem roupas de boneca... a calça era tão pequena que apenas um dedo seu ficava apertado dentro dela. Um leve sorriso apareceu em seu rosto... pensava em quanto aquilo era tão absurdo mas ao mesmo tempo divertido. Respirou fundo e também ficou pensando em quanto a sua alto confiança havia mudado. Parecia uma mulher mais determinada nas últimas horas, procurando tomar decisões rápidas e sempre orientando David no que fazer. Era uma mudança muito boa, afinal sua estima andou tão em baixa nos últimos relacionamentos que agora parecia que o jogo estava virando.
Denise olhou para sua bolsa e se lembrou que tinha um pequeno pano para limpar seus óculos de sol. O tecido do pano era macio e seria do tamanho exato para David se cobrir temporariamente. Entregou-o para David que se enrolou no mesmo rapidamente para que Denise não o visse sem roupas.

- Perfeito !! Agora vamos comer alguma coisa... você deve estar morrendo de fome.

Denise pegou uma pequena rolha de vinho e a colocou em cima da mesa para que David pudesse usá-la como banquinho. Depois virou uma pequena taça de sobremesa ao contrário para que servisse de mesa. A comida era enorme para David, mas Denise procurou deixar tudo o menor possível para que ele pudesse saboreá-la dentro de uma pequena tampinha. O vinho foi servido em outra... apenas algumas gotinhas. David comeu tudo rapidamente... estava realmente com fome, afinal faziam 3 dias que ele havia encolhido e não tinha visto nada além de pequeninas migalhas no chão. Aliás a situação estava mais para David virar comida de algum rato ou inseto do que para ele comer alguma coisa.
Denise observava de longe, enquanto já pensava em onde colocá-lo para dormir... afinal se o levasse para cama, coisa que provavelmente ele não aprovaria, ela poderia esmagá-lo acidentalmente quando virasse de uma lado para o outro. Levantou-se então e pegou uma pequena caixa de sapatos, forrou-a com algodão e uma flanela e deixou outro lenço para que ele pudesse se cobrir. Aquela fatídiga noite estava no final.
Ao amanhecer Denise estava exausta... pensava: "Que sonho mais horrível foi esse que eu tive!!" Mas ao abrir os olhos percebeu que não estava em seu quarto e sim na cama de David. Com medo ela se virou para o lado e abriu os olhos lentamentes... aos poucos viu a caixa de sapatos em cima de seu criado mudo. Aquilo não tinha sido um sonho...
Os dias foram se passando e aos poucos ambos foram se adaptando a nova vida. Denise comprou uma enorme casa de bonecas, que servia como se fosse uma mansão para David. Ela aprendeu também a mexer no minituarizador e assim podia encolher móveis, roupas e alimentos para que David pudesse sentir um mínimo de vida normal. A casa de bonecas ficava no centro da sala e David saia dela poucas vezes ao dia, um pouco por vergonha do seu tamanho e também por medo do perigo que isso significava agora. Afinal para um homenzinho de 10cm andando por aí, todo perigo é mais do que multiplicado.
Como em qualquer outro relacionamento, ambos tiveram que aprender a viver em conjunto, óbviamente a situação fazia com que David se tornasse totalmente dependente a Denise... e algumas discussões se tornavam inevitáveis. Denise sentia falta do antigo David, do seu corpo e claro de sexo, afinal de contas ela era uma mulher jovem e bonita e no dia a dia era muito cortejada por outros homens. Mas o amor que ela sentia por aquele pequenino ainda era muito grande e com certeza as experiências passadas em sua vida não a deixavam praticar algo como uma traição. Em contrapartida David começava a demonstrar um pouco de desprezo em relação a Denise, como homem não podia admitir aquela vida que estava levando, não só no ponto de estar sendo sustentado por uma mulher mas como de ter que tomar cuidado para não ser pisado por ela casualmente em um simples passeio pela casa. Aquilo mexia tanto com David, que com o tempo ele se tornou uma pessoa um tanto que amarga algumas vezes, a ponto de brigar por qualquer motivo como um barulho de passos dados por Denise na casa ou por um jantar que não estivesse de seu agrado. Em uma dessas brigas no jantar, Denise após um exaustivo dia de trabalho havia preparado um prato de macarrão as pressas, pois ainda tinha que preparar a palta para uma reunião no dia seguinte na empresa e que foi criticado por David:

- Não consigo comer este macarrão !! Ele está horrível !! Duro e sem molho !!

- Desculpe David, mas foi o melhor que eu pude fazer agora... ainda tenho que preparar a reunião de amanhã.

- As coisas eram diferentes antes !!

- Com certeza eram David, mas estou tentado fazer de tudo para que você se sinta bem... me desculpe se não estão do seu agrado. (disse já em tom irritado)
- Agora você está jogando na minha cara que a culpa é toda minha ?? Por que talvez não seja mais tão atraente quanto aqueles homens que te circulam no seu escritório ??

- Eu nunca disse isso David !! Acho melhor pararmos a discussão por aqui...

- Claro, afinal de contas é você quem decide tudo nesta casa... a hora que devemos comer, dormir ou até mesmo começar e terminar uma discussão !! Talvez você também já tenha se decidido a trepar com algum funcionário seu !!

Aquelas últimas palavras de David foram a gota d'água para Denise !!! Meu Deus, como ele pode dizer coisas como aquelas... justo ela que se esforçava tanto em cuidar daquele ingrato e se reservava ao amor que ainda sentia por ele...
- AGORA JÁ CHEGA !!! gritou Denise, batendo com a mão sobre a mesa tão próximo a David que o fez cair da rolha de vinho em que estava sentado. O tremor na mesa virou o macarrão sobre o seu corpo, sujando o pobre pequenino que tremia assustado com a explosão de Denise. Seus olhinhos arregalados olhavam aquela enorme mão sobre a mesa que por muito pouco não o esmagou como se fosse uma mosca.

- FAÇO DE TUDO POR VOCÊ DAVID !! TRABALHO, CUIDO, PREPARO O SEU BANHO, SUA COMIDA, E O QUE EU GANHO EM TROCA ?? VOCÊ APENAS ME INSULTA COMO SE EU FOSSE UMA QUALQUER ?? VOCÊ REALMENTE TEM IDÉIA DO QUE ESTÁ FALANDO PARA MIM ?? - continuou Denise a gritar sem se dar conta do quanto estava assustando o homenzinho a sua frente.

- Me desculpe Denise... eu não quis te ofender... me desculpe... - falava o pequeno David com a voz murmurando.

- ACHO MELHOR VOCÊ LIMPAR ESSA SUJEIRA E TERMINAR DE COMER A SUA COMIDA SE AINDA ESTIVER DO SEU AGRADO, OU QUEM SABE DA PRÓXIMA VEZ VOCÊ NÃO PREPARA UM JANTAR MELHOR PARA NÓS ?? - continuou Denise, que se levantou e virou as costas de volta a pia com o seu prato.

David, assustado olhava aquela mulher enorme lavando o prato na pia, como que não acreditasse no que acabara de acontecer. Nunca havia visto Denise tão brava !! Nunca tinha parado para pensar que isso poderia acontecer caso a provocasse assim... suas lembranças ainda eram daquela mulher que havia conhecido a um tempo atrás, doce, meiga e até mesmo um pouco perdida no mundo. Agora por pouco não fora esmagado por ela.
David se levantou e procurou então limpar rapidamente toda a sujeira que aquela briga havia provocado, e voltou a se sentar novamente em sua rolha para terminar de comer com a cabeça baixa.
Denise imaginava na pia enquanto lavava a louça como aquele homem poderia ser tão cruel !! Se sentia injustiçada por tudo o que fizera até hoje. Pensava também como um homenzinho daquele tamanho poderia ter a petulância de falar assim com ela... afinal ela sabia que ele dependia dela para poder sobreviver naquela situação. Ela poderia muito bem pegar ele e dar uma lição como se estivesse educando uma criança mal-criada... talvez fosse isso mesmo que ele precisava naquele momento... uns pequenos tapas. Alguém que cabe dentro do meu bolso da calça, que cabe na palma da minha mão não deveria ser tão irritante !! - pensou.
Mas após alguns minutos Denise refletiu sobre o que estava pensando e no que acabara de fazer... Caramba, o que eu estou pensando !! Poderia tê-lo matado agora com o tapa que eu dei na mesa !! Preciso me controlar mais !!! Afinal preciso entender que a situação dele é terrível !!
Com remorso, Denise terminou de enxugar as mãos e ao se virar fitou o olhar em David que de cabeça baixa, ainda estava sentado sob a rolha com a tampinha limpa. Ele havia comido tudo, não tinha deixado nadinha... Aquilo fez com que Denise se sentisse arrepiada por dentro, afinal ele a obdeceu como havia mandado em seu momento de fúria.

- Muito bem... vejo que você terminou de comer David. E não deixou nada... afinal de contas não estava tão ruim assim, não é mesmo ?? - disse Denise com a voz calma e baixa.

- Não estava não Denise... me desculpe de novo, não quis deixá-la brava comigo...

- Tudo bem David, eu também me alterei e estou arrependida... não devia ter ficado tão brava com você, sei que está passando por momentos terriveis mas tudo vai dar certo ok ?? Eu prometo... agora venha até aqui, suba na minha mão.

- Hamm... está bem... - disse um David que apesar de estar odiando aquela situação, não queria mais contrariar Denise com medo de outra explosão.
- Isso suba com cuidado... Você me perdoa meu amor ?? - disse Denise agora levantando o pequenino na palma da sua mão até a altura do seu rosto. Com medo David apenas podia balançar a cabeça no sentido de que sim, estava tudo bem... Denise então o levou de encontro aos os seus lábios e deu lhe um pequeno beijo que cobrira todo o seu rosto. Sorrindo ela ainda abriu levemente sua boca e passou apenas a pontinha de sua língua naquele minúsculo homenzinho que em pânico não se atrevia a contrariar a giganta.

Os dias que se passaram após aquela noite melhoraram em muito o relacionamento entre Denise e David, pelo menos no ponto de vista dela. David havia se tornado mais compreensível, não reclamava mais das coisas e Denise conseguia se aproximar um pouco mais dele, pelo menos no sentido de poder fazer um carinho com a ponta de seus dedos em seu rosto ou de poder dar um pequeno beijo de boa noite. Já David apesar de se sentir mal da mesma forma que antes, não se atrevia mais a contrariar Denise, uma vez que vira de que forma aquilo poderia terminar. Procurava se manter em sua casinha de bonecas, mas sempre que Denise ia trabalhar não reclamava mais do barulho de seus saltos batendo no chão e até mesmo saia para se despedir, uma vez que ela o chamava. Sempre que saia, não podia deixar de se assustar com a imagem dos pés enormes de Denise diante da porta de entrada de sua casinha. Seus pés sempre muito bem cuidados, dentro de sapatos ou sandálias de salto que faziam com que ela se tornasse ainda maior diante dele. Sempre muito bem vestida em conjuntos, ternos ou saias... Denise era como a imagem de uma Deusa gigantesca para ele.

- Tenha um bom dia... e cuide-se, volto a noite querido - falava sempre ao sair uma Denise sorrindo e fazendo gesto de jogar um beijo.

- Bom dia Denise... bom trabalho.

Denise se virava e ia embora, a largos passos, batendo os seus maravilhosos pés no carpete e enquanto sua enorme imagem ia diminuido com a distância, David só podia pensar que conseguira sobreviver mais um dia e imaginar até quando aquele pesadelo iria durar.

Certa noite após voltar do trabalho Denise estava descansando no sofá com David sentado apreensivo e irriquieto ao seu lado. David sentado sobre o encosto perto do rosto de Denise, parecia estar incomodado com algo mas não se abria.

- O que foi David ?? Alguma coisa errada com você hoje querido ?? - perguntou Denise percebendo que algo preocupava David.
- Não amor... não tenho nada não - respondeu David bem baixinho.

- Pode se abrir comigo David... o que foi ?? Eu te conheço e sei quando está escondendo alguma coisa de mim...

- Não há nada mesmo meu amor... acho melhor eu ir dormir agora na minha casa ok ?? - respondeu um David cada vez mais nervoso.

Mas enquanto David pedia para Denise deixá-lo ir dormir, ela percebeu que a secretária eletrônica acusava uma chamada.

- Alguém ligou hoje David ? A secretária está piscando uma chamada.

- Ham... não... ninguém ligou... talvez esteja quebrado - engasgou David vermelho e nervoso.

- Não está quebrado não... tem um recado mesmo - levantou-se Denise em direção ao telefone.
- Não Denise, deixe pra lá !! Era um vendedor !! Nada demais !!! - gritou David agora quase branco ao ver que Denise estava apertando o botão da gravação.
- Calma David, vamos escutar a gravação - disse Denise sem entender nada. Mas quando apertou o botão, o mundo parecia desabar sobre sua cabeça.

- David !! Oi, aqui é a Cris !!! Porque não retornou mais as minhas ligações ??... Estou morrendo de saudades de você... Não consigo esquecer as noites que passamos juntos aí na sua casa !! Você não está com saudades de mim ?? Já me esqueceu ?? Me ligue para relembrarmos os momentos ótimos que passamos no mês passado !!! Se quiser eu levo o champagne dessa vez... e muito mais...rs. Beijos e vê se me liga gato !!

Denise não acreditava no que acabara de ouvir... aquilo não podia ser verdade !!! Ela havia sido traída novamente, e justo ela que havia se dedicado tanto para aquele homem que ela tanto amava e continuava se reservando mesmo depois de tudo que acontecera !! Como pôde ser tão burra !!! O sangue parecia ferver dentro de seu corpo de ódio e ao se virar para trás... viu apenas um David assustado e tentando descer desesperadamente do alto do sofá. Para o seu azar era alto demais para alguém do seu tamanho... Caminhando em sua direção, David podia ver o rosto de Denise indignada e irritada como jamais havia visto...
Tremendo de medo, ele sabia que a noite da briga no jantar não seria nada comparado ao que estava para vir...

sábado, 31 de janeiro de 2009

Amores de Denise

Parte I - A invenção
Bons momentos... é o que me faz lembrar quando um ano atrás eu conheci David pela internet. Um rapaz lindo, alto e inteligente de 32 anos que jamais eu pensaria em encontrar em uma sala de bate papo a procura de companhia. Mas o destino fez com que nos encontrássemos naquele momento em que eu não me achava em uma fase muito boa. Tinha acabado um relacionamento de 6 anos com Jimmy fazia alguns meses e estava muito abatida, sem rumo na minha vida. Sempre fui uma mulher carinhosa e cuidadosa com a aparência, procurando estar sempre arrumada e bem vestida, frequentando academias para manter a boa forma, afinal quando uma mulher começa a chegar aos 30 anos a preocupação é inevitável. Mas apesar de tudo, algo não deu certo e Jimmy acabou rompendo o nosso relacionamento com a desculpa de que apesar de gostar muito de mim, era hora de procurarmos novos horizontes e conhecer pessoas novas. Coisa aliás que ele já havia feito antecipadamente. Aquilo acabou comigo... chorei por dias e dias e me tranquei em casa me sentindo um trapo. Foi aí que comecei a entrar em salas de bate papo para passar o tempo e conheci David. Conversamos por várias noites antes de nos conhecermos pessoalmente, teclando de nossas afinidades e gostos. David sempre falava que era uma pessoa solitária e que gostaria muito de encontrar um grande amor se é que ele existe... e aquilo só fazia crescer em mim a vontade de encontrar com ele. Marcamos uma noite de nos encontrarmos em um café. Quando o vi pela primeira vez, não acreditava que ele pudesse ser o rapaz misterioso que teclava a tanto tempo... como um homem tão bonito poderia estar tão solitário?? Percebi também pela sua reação que ele ficou nervoso ao me ver, disse que não esperava que eu fosse tão bonita. Respondi que então até nisso pensávamos iguais...rs.

Naquela noite, entre um café e outro, David me explicou que o motivo por ser tão solitário era o seu trabalho. Ele não trabalhava em uma empresa e sim em sua própria casa, em algum tipo de invento que fazia com que os seus olhos brilhassem. Disse que não tinha contato com sua família que era do Canadá e não dispunha de tempo para ter amigos. Achei aquilo tudo muito triste, afinal como podemos viver desse jeito ?? Achei aquela história de invenção uma cantada muito mal dada em cima de mim... e em um determinado momento ele me chamou para conhecer a sua casa que ele provaria que não estava mentindo. Fiquei com medo, mas ele realmente havia mexido comigo e eu estava a tanto tempo vulnerável que não consegui recusar. Pegamos os nossos carros e fomos em direção a rodovia norte. Dirigimos do centro até chegarmos a sua casa por cerca de 50 minutos em uma estrada e depois por mais 15 minutos por um trecho horrível de terra. Ele já havia me alertado que morava afastado devido ao seu maravilhoso invento e que não era para eu me preocupar. Mas o medo era inevitável... como eu poderia estar indo a um lugar tão escondido que não havia uma alma viva, com uma pessoa que acabei de conhecer ?? Pouco depois de eu me chamar de louca e idiota pela centésima vez, chegamos a uma pequena casa de campo. Desci do carro tremendo imaginando o que estava fazendo naquele lugar. Logo David veio em minha direção e disse:
- Finalmente chegamos... você está arrependida Denise ?
- Para ser sincera... estou. Como consegue morar aqui ??
- São ossos do ofício... como eu disse eu preciso de privacidade para trabalhar e não conseguiria isso na cidade. Aqui eu não tenho vizinhos, ninguém me conhece... só você agora (rs). Mas não se preocupe... eu não vou te matar por isso...kkkkk
- Idiota... que brincadeira mais besta !!
- Desculpe... estou brincando só para quebrar o gelo. Mas não se preocupe, jamais faria algo de mal para você Denise... vamos entrar que está frio ??
- Sim... vamos

Quando entramos, logo percebi que o interior era muito melhor que o lado de fora da casa. Ela era muito maior do que aparentava externamente, e também muito bem decorada por David. Ele perguntou se eu queria alguma coisa para beber e eu respondi que não.

- E então... onde está a sua maravilhosa invenção Dr. David ? rs
- Está lá embaixo... meu "escritório" fica no sub-solo dessa casa.

Descemos por uma escada lateral e quando as luzes se acenderam não pude acreditar no que eu vi. O lugar era maior ainda, com diversas ferramentas e aparelhos ligados um ao outro e uma enorme mesa central com diversos papéis e projetos sobre ela.

- Puxa... e não é que você realmente é um inventor Dr. David ?? Cheguei a duvidar da sua história... mas depois de ver esse lugar tenho que dar o braço a torcer...
- Você ainda não viu nada... e pare de me chamar de Dr. David, ok ??rs
- Claro, desculpe... mas então onde está a sua maravilhosa invenção ?
- Está bem aqui embaixo desta enorme manta.

Ao puxá-la, David revelou um estranho aparelho em formato de canhão que mais parecia ter saido de algum filme de ficção científica. Apesar de visualmente bonito, não achei que havia nada demais nele que pudesse ser tão especial. Pensei... tanto suspense para me mostrar uma arma ?? Só me falta ele contar agora que é traficante.

- Bonita arma... mas o que ela faz de tão espetacular ?
- Esse canhão emite um feixe de luz que vai revolucionar o nosso mundo.
- Já ouvi esse tipo de história antes em filmes de ficção científica... mas o que pode ser tão importante a ponto de revolucionar um mundo ?
- Vou te mostrar. Se afaste e fique naquele canto observando aquela cadeira. Não tire os olhos dela.

Fui para o canto da sala e fiquei de olho fixo na cadeira que ele mandou... fiquei em dúvida do que aconteceria com ela, mas imaginei que provavelmente ele iria pulverizá-la com algum tipo de raio laser. David apontou o canhão e ligou alguns aparelhos que estavam próximos a ele. Logo um estranho barulho começou a surgir do aparelho e uma fina luz azulada disparou envolvendo a cadeira. Após alguns segundos a luz se tornou mais intensa ofuscando a minha vista o que me
fez proteger os olhos com a minha mão. Quando a tirei a cadeira havia sumido.

- E então ?? O que você me diz Denise ?? disse David com um sorriso no rosto.
- É uma arma e tanto David... o laser queimou a cadeira tão rápido que não sobrou nada.
- Ah... você ainda não está entendendo. A cadeira ainda está no mesmo lugar... olhe direito.

Não entendi o que ele quis dizer com a cadeira estar no mesmo lugar... com certeza ela havia sumido. Forcei a vista e vi algo no chão jogado onde estava a cadeira. Me aproximei até lá e não pude acreditar no que estava vendo. Havia uma minúscula cadeira aos meus pés igual a que David havia apontado o raio segundos antes. Me agachei e peguei aquela minuatura com uma das minhas mãos.

- Não estou entendendo David... que brincadeira é essa ?? Você escondeu a cadeira e colocou esse brinquedo no lugar quando eu fechei os olhos não foi ?
- Não Denise... essa é a mesma cadeira que você estava vendo antes... só que ela encolheu. O meu aparelho é um encolhedor de matérias. Eu a regulei para miniaturizar a cadeira para apenas 10% do seu tamanho. Não te disse que era algo genial ??
- Não pode ser... isso não é verdade.
- É sim... só que você não consegue acreditar porque é realmente algo fantástico. Estou trabalhando nessa máquina há mais de dez anos e finalmente consegui um resultado positivo. Ela irá facilitar a nossa vida com o transporte de cargas, com o lixo acumulado no planeta, na medicina e em diversas outras áreas. Vai realmente revolucionar o mundo.
- Como conseguiu criar uma máquina dessas ?? Quem mais sabe sobre isso ??
- Criei aos poucos... pesquisei muito e pedi ajuda para muitas pessoas, mas elas não sabem o motivo real do projeto. No final das contas você é a primeira e única pessoa a saber sobre sua existência. Vamos subir e conversar melhor, pode trazer a sua cadeira de brinquedo junto...rs

Subimos e David me explicou de todo o trabalho que teve para construir a máquina, da idéia, da pesquisa, do esforço e do dinheiro que investiu nela. Foram anos e anos fechado naquele lugar tentando aperfeiçoá-la para que conseguisse algum resultado. Não era a toa que estava tão solitário, trabalhando tanto... Também falava do entusiasmo que tinha ao ser reconhecido pela sua invenção e do medo que ela pudesse cair em mão erradas e ser usada para o mal. Porém a máquina ainda tinha um problema a ser resolvido. Ela era capaz de miniaturizar os objetos mas não conseguia reverter novamente para o tamanho normal. Passamos aquela noite conversando por várias horas e após alguns goles de champagne que abrimos para comemorar a noite, subimos para o quarto juntos... David, eu e a mini cadeira na minha mão.

Após aquela noite, começamos a namorar e eu havia retomado o gosto pela vida. David é claro, continuava trabalhando em suas pesquisas mas sempre encontrávamos um tempinho para ficarmos juntos. Continuei morando em meu apartamento na cidade e tudo ia muito bem... só que nos dois últimos meses andávamos meio afastados. David falava que era por causa do trabalho para conseguir fazer com que o miniaturizador trouxesse as coisas novamente ao tamanho normal, e que estava se preparando para revelar sua invenção para uma grande corporação na área médica.

Bom... já passei por tantas coisas que não quero pensar em algo errado agora. Mas na última semana ele nem atendia mais as minhas ligações... sempre caindo na caixa postal, e não retornava os meus recados. Fiquei preocupada... o que será que aconteceu com ele ?? Não aguentei e fui até a sua casa no final de semana.

Quando cheguei lá toquei a campainha, mas ele não atendeu. Imaginei que ele estivesse lá porque pude ver a luz acesa na casa... Dei a volta e fui para a porta dos fundos... a luz também estava acesa. Gritei o seu nome, mas ele não respondeu. Mexi na porta e vi que ela estava aberta. Que estranho... será que há algum assaltante aqui ?? Entrei assim mesmo morrendo de medo. Chamei novamente pelo David mas ele não me respondia... desci então até o laboratório para ver se ele estava lá trabalhando.

O laboratório estava todo iluminado e a primeira coisa que observei era que o canhão estava descoberto. Os aparelhos estavam ligados e podia escutar um leve zumbido. Me aproximei e desliguei a máquina. E agora ? Fiquei imaginando onde ele poderia estar ? De repente vi algo se mexer no canto da sala... perto de um cesto de papéis. Não pude acreditar no que os meus olhos viam e dei um grito... Finalmente havia encontrado David, mas não da forma que eu esperava. Ele estava lá no cantinho, acenando desesperadamente para mim com os braços para que eu pudesse vê-lo. Ele tinha encolhido... não deveria ter mais que 10cm de altura agora.
Me aproximei lentamente em sua direção e podia ver o horror em seu pequeno rosto, fechando os ouvidos com as suas mãos. Percebi que era por causa do barulho dos meus passos que eram muito altos para alguém do seu tamanho. Procurei ir mais devagar para que os meus saltos não batessem com tanta força no chão e me abaixei. Apesar de já ter visto do que aquela máquina era capaz de fazer, a imagem do David minúsculo era assustador para mim. Ele estava tão pequeno e me olhava com os olhinhos arregalados para cima como que não acreditasse também no que estava acontecendo. Ele estava fraco e sujo, e tentava falar mas a sua voz estava tão baixa que eu mal conseguia escutá-lo. A medida que eu me aproximei pude ver que o seu horror aumentou a ponto dele cair no chão e se rastejar para o cantinho da sala como um ratinho acuado.
- Meu Deus !! É você mesmo David ??
- Por favor... não me machuque...
- Calma David... não vou te machucar... fique calmo, eu só quero te ajudar... como foi que isso aconteceu ?
- Houve um acidente... eu estava regulando a máquina e houve um curto na energia. O canhão saiu de controle e o raio me atingiu. Depois disso só me lembro de ter acordado no chão deste tamanho...
- Calma... vamos tentar te trazer de volta ao tamanho normal. Você conseguiu ajustar a máquina para reverter o tamanho ?
- Esse é o grande problema... ainda não consegui...
Um calafrio tomou o meu corpo... e agora o que iriamos fazer ?? Não havia uma forma de trazer David ao tamanho normal !! Naquele momento só pude ver aquela pequenina imagem na minha frente em desespero, implorando ajuda.
- David você deve estar muito fraco... deixe me ajudá-lo. Suba aqui na minha mão e vamos para cima...
Estendi a minha mão e a abri para que David subisse nela. Mesmo com medo ele sabia que não tinha outra opção e se aproximou lentamente em direção a ela. Ele subiu se agarrando aos meus dedos e de joelhos se acomodou nela. Levantei bem devagar para não fazer nenhum movimento brusco e vi que ele tentava se agarrar com mais força nos meus dedos. De pé, vendo aquele homenzinho na palma da minha mão, tremendo de medo, senti pela primeira vez uma sensação estranha dentro de mim. Apesar de toda a minha preocupação, era um sensação diferente, que eu nunca tinha sentido antes... envergonhada eu pensava... era um misto de poder e prazer.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Dúvidas

As vezes me pergunto que utilidade eu teria se fosse um homenzinho deste tamanho. Se fosse possível ser tão pequeno ao ponto de poder ser esmagado por pés tão bonitos como estes, o que poderia eu fazer para agradar uma mulher com tão grande diferença em relação a mim...

E o que será que uma mulher faria se realmente visse um homenzinho tão pequeno perdido por aí ?? Será que ela fugiria de medo como se este pequenino ser fosse um rato ou um inseto ?? Sem bem que muitas mulheres não tem medo algum desses pequenos vermes rastejantes e os esmagam sem dó alguma...

Ou será que elas o pegariam para cuidar como um bichinho de estimação ?? Seriam carinhosas e cuidadosas com seu novo animalzinho...
Ou será que realmente existiria alguma mulher como as que normalmente imaginamos em nosso fetiche, que humilhariam devido a diferença de tamanho, forçando o pequenino a se ajoelhar perante os seus pés, ameaçando a qualquer momento de desobediência a bater, pisar ou esmagar ??

Que tipo de situação você imagina em seus sonhos ??

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Monster vs Aliens

Monster Vs Aliens é um filme para fazer com que a gente volte a querer ser criança, tudo por causa da personagem Ginormica, dublada no desenho pela linda Reese Witherspoon.

Na estória, o mundo viu no século passado o surgimento de quatro aberrações, um ser azul gelatinoso que absorve tudo (Seth Rogen), uma barata intelectual (Hugh Laurie), o elo perdido (Will Arnett) e uma espécie de porquinho-da-índia gigante. Elas foram presas e esquecidas até o planeta ser ameaçado por uma entidade alienígena (Rainn Wilson). O governo então recruta os monstros e uma nova integrante, a mulher gigante dublada por Reese.

Como a própria Reese diz, "Ela é uma garota normal, prestes a se casar, que é atingida por um meteoro e fica enorme. Ela não aceita a situação e nem quer ser heroína, mas começa a notar o lado bom de ter uma força descomunal".

Como podemos ver em um dos trailers do filme a imagem de Ginormica crescendo descomunalmente dentro da igreja e seu futuro marido assustado é demais. No final podemos ver os convidados correndo para fora enquanto a mulher gigante destrói o teto. Vale a pena conferir e aguardar com ansiedade a estréia prevista para 03 de abril nos cinemas.
http://www.monstersvsaliens.com/

Domme Layla




Olá pessoal,
Estou postando para o prazer de todos hoje, algumas das mais belas montagens que eu tive o prazer de fazer até hoje. Isso graças as imagens cedidas pela maravilhosa Domme Layla, que como todos podem ver é linda da cabeça aos pés (desculpem o trocadilho).

Todos podemos imaginar a honra e a felicidade desses pequeninos homenzinhos acima cuidando de suas lindas solas, massageando os seus pézinhos, ou mesmo, apenas admirando a sua descomunal imagem em um dia de descanso na praia. Simplesmente perfeito !!
Para aqueles que desejarem apreciar um pouco mais da maravilhosa Domme Layla, visitem o endereço de sua página no orkut, mas cuidado... ela não busca fazer coleção de pequeninos em sua caixa de sapatos.

Mulheres Malvadas

Caros colegas,

Como eu havia citado anteriormente, a minha descoberta sobre o mundo de "Giantess" se deu através de leituras no mundo virtual. A maravilha da internet me fez descobrir mundos que antes eu achava que existiam somente na minha imaginação. Me espantei em ver a quantidade de sites existentes sobre o assunto, sendo a grande maioria estrangeiros, o que logo podiamos constatar que apesar de ser um fetiche conhecido, era muito pouco divulgado entre nós mesmos.

Mas o primeiro site em que eu pude realmente sentir e ter o prazer de ler em português sobre o assunto foi o http://www.desejosecreto.com.br/fetiches/fetiches05.htm, na qual havia uma breve explicação sobre o assunto e uma estória um tanto quanto fantástica. Na verdade não era uma estória, e sim um bate papo entre uma maravilhosa giganta chamada Vanessa e um pobre pequenino que se encontrava em seu poder. Foi com certeza o melhor texto que pude ler até hoje sobre o assunto, muito bem montado e que me fazia viajar com a minha imaginação.

Hoje, eu vi que recebi um comentário da pessoa responsável por este texto que é o caro amigo Pedro Lozada, na qual visitou o nosso blog e o elogiou. Realmente agradeço por sua visita o que com certeza para mim é uma grande honra, porque você é um dos primeiros a ter iniciativa de comentar sobre o assunto no mundo virtual e claro, autor do texto acima citado. Atualmente ele possui também o blog http://mulheresmalvadas.blogspot.com/, que como já diz o próprio nome, fala sobre mulheres realmente pervesas, com imagens e ótimos textos. Eu mesmo já havia enviado uma estória sobre giantess para este blog que foi postado com o nome de "Os prazeres de Patrícia", na época em que eu assinava como Microh. Com certeza, vale a pena dar uma conferida nos seus trabalhos nos dois endereços citados.

Escondido

Achei !!! Eu disse que não adiantava você se esconder de mim... rs. Está assustado com o meu tamanho ?? Ah... mas antes você gostava tanto de mim... vivia querendo sair comigo, mandando presentes, falando palavras bonitas... e agora está tremendo como um ratinho acuado...rs. Não se preocupe, eu prometo que se tudo for do meu agrado você irá viver por muito tempo ao meu lado, massageando os meus pés, lustrando os meus sapatos, pintando as minhas unhas e... quem sabe se você for realmente bom, não faremos coisas mais interessantes ?? Agora venha até aqui... sou boazinha, mas você não vai querer me ver de mau humor vai ??